segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

"La Maison Troisgros"

Continuemos com o Luís Fernando Veríssimo e a sua “Mesa Voadora”, cujas crónicas me continuam a acompanhar sempre que tenho um minutinho que não dá para pegar em romance.

Enfim, começo por anunciar que descobri o livro inteiro disponível na internet. Ler livros no computador não é muito agradável mas, como se trata de um livro de crónicas, pelo menos dá para petiscar uma ou outra. Vão ver que vale a pena.

A obra está disponível AQUI.

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Mas esta postagem (que termo parecido com bostagem!) não tinha por objectivo trazer de novo à baila o Veríssimo, mas sim uma das suas crónicas, mais uma que me fez feliz. Felicidade efémera é verdade. Mas a boa vida é feita destes pequenos prazeres.

Aliás acabei de ler um outro texto do mesmo livro, “Botecos”, e ri a valer … não acreditam … então vão lá espreitar … está na página 93 e segs.  … e termina em grande com uma referência à “flunfa”. Sabem o que é “flunfa”? A palavra está dizendo … mas se não sabem, vão lá ver, digo, ler … recordo está AQUI.

Voltando ao objectivo desta postagem, ao ler a crónica “Troisgros” lembrei-me do meu grande amigo SC (aquele que eu penso ser o único leitor deste blog uma vez que é o único que se digna deixar uns comentários. Aliás, desconfio que as centenas de visitantes que o contador regista referem-se apenas às entradas e saídas do SC em busca de novos posts, de novas bostagens!)

Pois o SC, para além de um bom amigo, é um bom garfo … e um bom copo! Acresce que aquela crónica do Veríssimo se refere a um restaurante francês que ostenta três das consagradas estrelas conferidas pelo Guia Michelin e ao namoro que o autor e um tal Armando Coelho Borges andavam fazendo àquele tasco.

Ora, como para além de ser titular de outros gostos duvidosos (como por aquela coisa da Ferrari …), o SC é um amante da língua e tradição em uso para além dos Pirinéus, só me podia lembrar dele, como comparsa para iniciar um namoro por uma visita aos “Frères Troisgros”. Vamos nessa?

Veríssimo relata a viagem a Roanne – Lyon com uma doçura e humor como só ele sabe. E termina com “pura maldade”. SC, se não aceitares a proposta, prometo o uso de maldade similar … embora, se bem te conheço, arrisco-me a ser eu a vítima!

Seja como for, fica a provocação e o desafio …

Se outros houver que se queiram inscrever … ficamos à espera!

Mas convém começar a jogar no Euromilhões!


Imagem retirada de Wikipédia

2 comentários:

Anónimo disse...

Caríssimo, três reparos:
1- Gostei da maneira "fina" de me chamares comilão.
2- É um pecado invocar a sacra palavra Ferrari por motivos pueris.
3- Isso dos gostos duvidosos não me quadra meu caro, pois gosto de um bom tinto, da cerveja geladinha, sou hetero e além disso incapaz de casar com um muçulmano!
Desculpem-me mas é assim mesmo.
Posto isto, adiante.
Considera aceites "a provocação e o desafio". Mas como isso do Euromilhões é um tanto incerto, para resolver o problema vou formar um Banco. Não é de sentar, é mesmo dos outros, daqueles onde o pessoal põe o graveto p'rós "banqueiros" estourarem. Isso mesmo, um Banco. E porque não? O que é que eu sou menos que os "Rendeiros", "Loureiros" e porcarias quejandas?
É que assim é mais fácil e mais certo (e mais rápido) enriquecer do que ficando à espera do Euromilhões. E apareço na TV e vou (mais tarde), áquelas comilões... (fugiu-me a boca p'ra verdade), digo comissões de inquérito dos deputados, que não inquirem nada, mas nessa altura já tou cheio "dele" e não há azar.
Portanto conta comigo que eu quando fôr banqueiro e estiver "abonado" aviso p'rá gente lá ir.
P.S.- Mas tens mesmo de experimentar a Adega do Albertino.

Anónimo disse...

Uma coisa é certa ...
Sobre a ida à Adega do Albertino as expectativas estão em alta.
Já quanto à ida à Maison ... ou temos o tal Euromilhões, ou fundas o tal banco, ou a coisa está feia!