Prometi a uns amigos agarradinhos ao cigarro que hoje colocava aqui algo dedicado ao seu vício.
Como fumador que fui, compreendo o desespero daquela malta nas alturas em que não pode ter a beata na boca.
Mas, como fumador que deixei de ser, também me custa a compreender que as pessoas não consigam decidir que:
A partir de hoje, nunca mais!
Enfim …
Deixo aqui o vídeo de uma campanha organizada pelo Departamento de Saúde britânico, o qual provocou numerosas queixas, de tal forma que o referido departamento acabou por ser repreendido pela autoridade de controlo publicitário lá da terra.
Também não percebo porquê … … não são os fumadores uns meros peixolas enganchados a um anzol?
Prosseguindo com os artistas plásticos (e isto não significa necessariamente tipos que fazem arte com plásticos mas, tal como resulta do post anterior, até pode ser …), hoje trago aqui mais uma recomendação artística.
O Banksy.
Este moço (que pode muito bem ser uma moça, pois a figura se já não é, pelo menos até há uns tempos era misteriosa) é genial.
Se não conhecem, tratem de ir apreciar arte muito bem humorada no website do Banksy. (Fernanda, para entrar no site basta carregar na palavra website … com o rato, não é com o dedo!).
Os desenhos são interessantes, a arte indoor fabulosa, mas a secção de outdoors é imperdível.
A amostra que está no site não é completa mas contém várias imagens, muitas delas já conhecidas, sendo que algumas entretanto passaram a valer fortunas. Porém, como a maioria dos graffitis foram feitos em paredes, é difícil levar os frescos para casa, ou para o atelier da esquina!
(Para verem as imagens, vão andando com a barra para a esquerda e no final – umas vezes no lado esquerdo, outras em baixo – carreguem em NEXT. Desculpem se esta explicação vos parece ridícula e paternalista, mas a primeira vez que vi o site pareceu-me que só tinha uma única imagem nos outdours, e não quero que percam as várias galerias de graffitis, pois alguns, para além de surpreendentes, permitem aquele sorriso que vos vai fazer bem à saúde … vão por mim!)
Se quiserem saber mais sobre o(a) Bansky … a net está cheia de informação… … aliás, basta ir à wikipedia em:
Para terminar reproduzo aqui o manifesto do Banksy: "When I was a kid I used to pray every night for a new bicycle. Then I realised God doesn’t work that way, so I stole one and prayed for forgiveness". (Emo Philips)
Sabem porque é que estes senhores estão a olhar para o quadro com tanta atenção e, principalmente com tanta aproximação?
Não sabem?
Há uns tempos cruzei-me na net com umas imagens surpreendentes. Imagens que numa primeira olhadela já eram apreciáveis, mas que, vistas com pormenor, revelavam como para se ser artista, mais que boas trinchas, é preciso uma tonelada de imaginação.
Agora que as imagens me voltaram a bater à porta, partilho aqui o site onde as podem apreciar...
… indo lá, vão descobrir porque aqueles senhores estão tão interessados no tipo de óleo, de aguarela ou de guache usado pelo artista.
No Verão passado estive uns dias em Londres. É uma cidade fascinante que não me canso de visitar (embora depois de visitar NY estas cidadezitas europeias me lembrem aldeias rupestres … exagero!).
Recordo aqui a velha Londres porque uma coisa que me impressionou nesta última viagem foi a quantidade de árabes que habitam aquela cidade (é estranho que em NY não me lembro de ter visto nenhum!). É certo que sempre me surpreendeu a miscelânea de povos e civilizações que se cruzam nas ruas londrinas, naqueles corredores do prático metro, nos restaurantes, nos hotéis …
Porém, desta vez, provavelmente porque fiquei num hotel numa zona preferida por pessoal das arábias, fiquei espantado com a quantidade de muçulmanos, assumidos nas suas vestes e comportamentos (recordo os estabelecimentos frequentados só por homens, muitos a fumar cachimbos de água nas esplanadas).
Entre os árabes, não podem deixar de surpreender as mulheres, principalmente a circunstância de muitas percorrerem Londres com as suas caras tapadas com burcas completas e, normalmente, negras (de marca de luxo, como na foto anexa, mas burcas!).
No hotel surpreendeu-me vê-las tomar o pequeno-almoço ali na mesa ao lado, levantando o lencinho que lhes tapa o rosto para introduzir nas misteriosas bocas algum alimento.
Recordo tudo isto, porque encontrei na net este vídeo que serve para expressar o meu espanto. Vejam, como eu vi, como as senhoras comem esparguete.
Na minha rua, há restos de vidas Restos de famílias de mães desaparecidas E outras há que deram vida às vidas que por ali param Vindas de passagem e de passagem lá ficaram Na minha rua há restos de cartazes Restos de eleições, de “sim ao aborto” e outras frases Que eu não votei mas fiz pressão p’ra que outro alguém votasse E a minha consciência passa a vida num impasse Na minha rua há restos de mim por todo o lado Espalhados pelo tempo e pelo espaço Na minha rua há restos de mim por toda a parte Rasgados e atirados pelo ar Na minha rua há restos de namoros De beijos e abraços de zangas e desaforos E eu não tive ninguém que se dignasse a odiar-me No meu mau feitio de preguiça, humor e charme Na minha rua há restos de noites, Restos de garrafas, bebedeiras e açoites Gemidos disfarçados p’la euforia dos turistas À porta de boîtes tão baratas como ariscas Na minha rua há restos de mim por todo o lado Espalhados pelo tempo e pelo espaço Na minha rua há pedaços de mim por toda a parte Rasgados e atirados pelo ar É tão bom saber que há vida assim Ai faz tão bem, saber com quem contar Eu quero ir, poder então fugir É bom p’ra mim é bom p’ra quem tão bem me quer
Os Gato Fedorento continuam em grande. As várias tumbas, os vários momentos musicais [se tiverem tempo vejam e oiçam "Os Seios" (http://br.youtube.com/watch?v=qIG6VKxREvE) e "Os Rústicos pelo Epicurismo" (http://br.youtube.com/watch?v=ufAIn4xEt4c)], as várias piadas e anedotas, o Magalhães e afins, merecem ser vistos (ouvistos!).
Mas nesta nova série aqueles gaijos tiveram dois momentos acima da média para os quais deixo aqui indicações (para o caso de não terem visto ou quererem rever).
Riam … faz bem à saúde! 1. Entrevista a Manuela Ferreira Leite
Mandaram-me lamber sabão! Haja alguém que dê sinal! (… é anónimo, mas penso que é alguém!)
Por falar em sabão, aproveito para recordar aqui, que existe um sabão que contém cafeína para ajudar a despertar.
Chama-se “Shower Shock” e consta que tem cafeína equivalente a duas taças de café em cada duche, sendo o estimulante absorvido naturalmente através da pele.
Não sei porque perco alguns minutos por dia a escrever estas coisas. Ninguém vê! Ninguém aprecia … Ninguém me agradece! Ninguém sequer me manda lamber sabão!
Mas a verdade é que também não percebo a paciência da maioria do pessoal que disponibiliza coisas por essa net fora … um mundo formidável de imaginação, de ideias soltas e de idiotas.
Trago-vos, por exemplo, o vídeo que alguém disponibilizou no youtube, que demonstra como as pessoas são imaginativas.
Não deixem de ver o contributo que aqui vos trago.
Trata-se de um documentário (legendado) que demora a carregar, mas vale a pena. Reservem um pouco do vosso tempo livre, e vejam como a apresentadora tem razão …
O velhinho McCain não saberá dançar … mas o elegante Obama sabe …
Vejam-no, por exemplo, neste programa de televisão:
http://br.youtube.com/watch?v=RsWpvkLCvu4
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Curiosidade:
Ela (ou ele?), a Ellen DeGeneres, a apresentadora do programa, casou-se recentemente com Portia de Rossi, uma miúda linda que entrava na série Ally Mcbeal, lembram-se!
Tenho um filhote que sofre de aracnofobia. Diria mais. Ele sofre de tarantolofobia, pois o que ele não suporta mesmo são aranhas grandes. No fundo, poucos gostam, mas ele tem pavor. Recordo-o no Museu de Ciência Natural de Bruxelas a fugir dos aquários onde estavam aqueles bichinhos que realmente não são agradáveis, mas que através do vidro até são admiráveis.
Para tentar combater-lhe a fobia descobri a seguinte página onde podemos contemplar uma aranha a andar pelo monitor. Bonita!
Experimentem e, para animar a coisa, utilizem os botões da direita para modificar o bicho no tamanho das patas, do corpo, alterar os movimentos, o ângulo de visão, etc.
Referi há dias (quando andava com aqueles posts sobre bateristas) que também gostava de saber tocar piano. Contudo, sei que é algo impossível pois a minha mão esquerda não tem ligação directa com o cérebro (se é que este existe?).
Mas sei que anda por aí mais malta com vontade de treinar e aprender, pelo que, sabendo que a crise não permite gastos com a aquisição de instrumentos, deixo aqui uma pista para um teclado virtual que serve para uns toques básicos.
O campeão completou 7 anos 7 anos mal dormidos, 7 anos de maleitas, de cabeça, queixo, braço e outras coisas partidas! 7 anos de choros, birras e muitas travessuras, … mas também e principalmente,
7 anos com muita alegria!
Parabéns campeão! … e … Parabéns Mafalda por este magnífico filhote (já está um bocadinho rachado, mas continua bonito!)
(desculpem não ter encontrado um fundo de jeito para a fotografia! … mas sempre é vermelho!)
Lembrei-me de uma cena que presenciei há uns tempos no Ikea. Um casal jovem dialogava sobre a compra de uns sofás. Eu estava perto, sentado à espera da Mafalda, e não pude deixar de ouvir a conversa. Os sofás eram bonitos e, principalmente muito confortáveis. Mas eram forrados a tecido … branco!. Não consigo reproduzir a conversa do casal. Ele queria muito aqueles sofás. Mas ela tinha contra-argumentos para todas as boas razões dele … … ele insistia, mas ela não queria. Não resisti muito tempo … como eles tinham um ar simpático … arrisquei e disse-lhes … oh! colega, você ainda não viu que não vai conseguir levar estes sofás, elas é que mandam … SEMPRE! Não percam mais tempo! Eles riram e avançaram para os modelos seguintes …
Recordei esta história a propósito de um texto de Luís Fernando Veríssimo que não resisto a reproduzir … já sabem como gosto das crónicas deste autor … esta chama-se:
DESABAFO DE UM BOM MARIDO
«Minha esposa e eu sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras. Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira elétrica, e uma máquina de fazer pão elétrica. Então ela disse: 'Nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar'.Daí, comprei pra ela uma cadeira elétrica. Eu me casei com a 'Sra. Certa'. Só não sabia que o primeiro nome dela era 'Sempre'. Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de nterrompê-la. Mas tenho que admitir, a nossa última briga foi culpa minha. Ela perguntou: 'O que tem na TV?' E eu disse 'Poeira'. No começo Deus criou o mundo e descansou. Então, Ele criou o homem e descansou. Depois, criou a mulher. Desde então, nem Deus, nem o homem, nem o Mundo tiveram mais descanso. Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre me dando a entender que eu deveria consertá-lo. Mas eu sempre acabava tendo outra coisa para cuidar antes, o caminhão, o carro, a pesca, sempre alguma coisa mais importante para mim. Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer. Certo dia, ao chegar em casa, encontrei-a sentada na grama alta, ocupada em podá-la com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um tempo, me emocionei bastante e depois entrei em casa. Em alguns minutos eu voltei com uma escova de dentes e lhe entreguei. '- Quando você terminar de cortar a grama,' eu disse, 'você pode também varrer a calçada.' Depois disso não me lembro de mais nada... Os médicos dizem que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida'.
'O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa e a outra é o marido...'»
Não vale a pena lembrar que faltam aqui muitos … mas não me lembrei nem encontrei outros … e a verdade é que já chega de barulho!
Talvez um dia destes eu volte aos bateristas mas no campo do jazz. Não são tão (não! são! tão! – até parece batuque!), dizia eu que “não são tão” espectaculares como os drummers do rock … mas têm swing!
Só para terminar …
Riam lá um pouco como que seis bateristas podem fazer: - numa cozinha - num quarto - num WC - numa sala …
Está muito bem catado, pensado, gravado e filmado …
Recomendo que percam uns minutos a ver … Baleapena! Garanto!
Tenho aqui uns vizinhos novos que vão abrir a sua casita no próximo fim-de-semana.
Infelizmente não posso aceitar o convite para estar na inauguração.
Mas lá que tenho pena, isso tenho!
Fico convidado para outra festa, seguramente.
Não sei se alguém lê isto … se isso acontecer e também não puderem aceitar o convite para ir à inauguração da casa dos meus novos vizinhos, passem pelo site que indico a seguir, para verem como quando o homem sonha e quer, a obra nasce e cresce.
Uma pessoa amiga, resolveu agora aprender a tocar piano …
Ora, não posso deixar de considerar que seria muito mais interessante estar a aprender a tocar um qualquer instrumento do que estar aqui a escrever estas tretas … mas cada um tem as suas limitações … e eu assumo! Teclar, só mesmo neste teclado, e só com dois dedos!
Mas eu não esqueço aqueles lembretes que o Word apresentava antigamente, sendo que um deles era: “Lembre-se … nunca é tarde para aprender a tocar piano!”
Ainda vos recordo outro conselho que era: “Lembre-se … é perigoso correr com uma tesoura na mão!” É útil armazenar esta informação!
A verdade é que eu gostava de saber tocar piano, viola e bateria …
Este último instrumento aparenta ter pouco de musical, parecer até que é fácil rufar aqueles tambores … mas a verdade é que, por razões que os puristas pouco entendem, os solos de bateria são sempre os mais aplaudidos, mesmo em concertos mais eruditos, como nos espectáculos de jazz.
Por isso, ou melhor, porque me apetece, vou blogar aqui referências a alguns solos de bateria que deixaram marcas.
E hoje vou recordar o IanPaice, dos DeepPurple.
Ora, para quem tem ou teve o álbum “MadeinJapan” não deve recordar só o “SmokeontheWater”, mas seguramente também a faixa “TheMule”.
Para os que se lembram, para os esquecidos e para os ignorantes, aqui fica o caminho para o vídeo:
Temos visto por aí malta a fazer pipocas com os telemóveis (podem ver aqui), o que prova que estes aparelhos estão prontos para nos fritar os miolos … não os encostem às orelhas.
Mas os telemóveis, que são cada vez mais computadores e menos telefones, fazem coisas fantásticas.
Vejam por exemplo o que o IPhone pode fazer … com uma simples aplicação (Smule)
http://www.youtube.com/watch?v=2XUw6Hy4Tzk
http://www.youtube.com/watch?v=RlLT1vwp2bE
Não serve para nada … mas é fantástico!
Se têm um telelé destes e quiserem fazer o download da aplicação … peçam, que eu digo onde …
Enfim, já voltámos há muito, mas com a alma tão cheia e com o tempo tão ocupado com o regresso ao trabalho e às aulas, que o “Serra e Mar” ficou em espera …
A verdade é que foram poucos os que deram pela falta do blog … certo?
Mas nós não vamos desistir … por isso aqui vamos nós again …
Ora, dizia eu que voltámos da América, a qual visitámos quando as coisas estavam calmas e o euro em alta face ao dólar, o que deu jeito. As coisas por lá estavam muito mais baratas que neste Portugal, país pobre mas sempre a ser tabelado pela bitola dos ricos europeus.
Pouco tempo decorrido após aquelas fantásticas férias, a crise instalou-se por lá … e arrastou-se para cá, pois nós estamos mortinhos para copiar aquela malta …
Eu sou daqueles que não percebo estas crises inventadas pelo pessoal da alta finança. Isto da macroeconomia ultrapassa em muito o meu curto entender. Num ano os bancos apresentam lucros de biliões e chulam-me a torto e a direito com juros, taxas e afins. No ano seguinte, eu, humilde contribuinte, tenho que suportar os problemas deles. Eu quero é que eles vão todos à falência. Se não são viáveis, se o Estado tem que investir na sua recuperação, então compre-os! … nacionalizem-nos! … agora disponibilizar assim o meu dinheirinho, sem me pedir opinião … não posso concordar! Então nunca há dinheiro para nada … e agora há milhões para aquela malta!
Enfim, já escrevi mais do que queria …
A propósito da crise nos States deixo aqui duas fantásticas imagens …
Ainda em fase de experiências, fica aqui outro *gif bem animado …
… como bem animada era esta malta “Seinfeld”
Para matar saudades, anda por aí a série em DVDs …
Por falar nisso:
Mafalda, querida ... eu sei que ainda me faltam ver muitos DVDs, mas fica aqui o registo de que a minha colecção vai no volume 6 (que corresponde à Série 7)…
Se não me engano já existem por aí séries posteriores …
Como estou de férias, ainda tenho tempo para mais um teste … A ideia agora é experimentar como se publica um ficheiro *.gif. Para tentar, segue um carocha …
Resultou! Mas não anda como eu queria ... e devia ...
Mana! Lembras-te do bólide (comprado à Ju! Eheheheh!) Que saudades! Tinha tecto de abrir e quase só pegava de empurrão! Rateres com fartura! Um motor martelado (cujo número não coincidia com o livrete!) Uma bateria – ainda de 6 volts – sempre descarrega (ainda guardas aí por casa o carregador?) Muitas experiências de condução mesmo sem carta … Fugir à polícia, parando o carro a 50 metros da operação STOP para por o puto Tiago a fazer Xixi! Hehehehehehehehehe! Não só a condutora não tinha carta, como trazia 10 pessoas dentro do Fusca … por isso, toca a fazer com que toda a família saísse do bólide para depois o abandonar ali mesmo! Uma tentativa de fazer exame de condução (na tropa!) com aquela máquina, mas o examinador a dizer que não, porque o animal não tinha piscas … para quê os piscas? Um acidente na primeira viagem à terra … … e uma viagem até Lisboa praticamente sem travões, com as plantas a sair pelo tecto de abrir!
Enfim, loucuras da juventude …
É impressão minha ou tudo isto já foi noutro século?
Navegando, descobri um site óptimo para converter ficheiros.
Por vezes recebemos uns ficheiros com uns formatos estranhos para a leitura dos quais não temos od Codecs necessários. O Windows (para quem como eu continua escravo deste sistema operativo!) dá umas mensagens obscuras a dizer que não consegue abrir o ficheiro (e até sugere ir à procura de um programa para o efeito. Tretas!).
O recurso a este site é muito eficaz fácil e abrangente.
Experimentem (por exemplo para converter para MP3) em:
Deixo por aqui o link da página onde a CNN publicou o ranking dos 10 países onde o preço dos combustíveis é mais caro.
Como não podia deixar de ser, Portugal está por lá, a par de outros países pobres (!), como o Reino Unido, Noruega ou Mónaco (sendo a Noruega um país produtor e exportador, não deixa de ser estranho o seu lugar no pódio dos mais caros).
Juntamente com a diferença de preços, deviam publicar a diferença dos rendimentos…
Os preços são em dólares/galão (1 galão = 3.785 litros).
Reproduzo aqui o teor de um mail que circula pelo Brasil (ou Brazil, como se diz por lá … já agora, como se vai escrever Brás(z)il com o acordo ortográfico, alguém sabe?) que mostra bem a diferença entre um país europeu (dos certinhos!) e a bagunça do 3º mundo. De facto, um brasileiro da favela que vá viver para a Alemanha vai estranhar …
O texto segue em português brasileiro (e mostra como a linguagem vai mudar com o futuro acordo! Será?):
“Após 40 dias cruzando este país de norte a sul e de leste e oeste, temos uma constatação a fazer: os alemães são um povo muito estranho.
Listamos a seguir atitudes escandalosas e irresponsáveis que eles adotam.
Não queremos gente assim no Brasil para atrapalhar o nosso cotidiano de paz e harmonia: - Os metrôs daqui não têm catraca, o povo compra o bilhete mas não temninguém a quem mostrar; - As bicicletas ficam soltas nas ruas. Com cadeado, mas sem estaremamarradas a nada. - E eles ainda desperdiçam um monte de espaço com ciclovias e nem deixam os pedestres andarem nelas, como acontece nas nossas; - Incrível: os bobos dos alemães param nos sinais vermelhos a qualquer hora,mesmo de madrugada quando não há qualquer chance de um carro passar nosentido contrário; - Não há limite de velocidade (apenas uma recomendação para não ultrapassar130 km/h, nunca seguida); - Todos os carros andam na pista da direita e as pistas da esquerda ficamvazias para os carros mais velozes, uma bagunça; - O governo que essa gente estranha elege não cobra pedágio nessas estradasesquisitas. E eles estão sempre fazendo obras, não se sabe para quê; - A periferia das grandes cidades desperdiça todas as áreas com camposverdes ao invés de deixar pessoas usarem de forma mais racional os espaços,com favelas, por exemplo; - Os caras fabricam uns carrões, tipo BMW, Mercedes, Audi e VW, e nemblindam. E ainda deixam nas ruas à noite. - Tem um monte de maluco que, além disso, ainda tem coragem de andar de carro conversível. Certamente eles têm o hábito de andar com revólver no porta-luvas para se defender; - Essa é incrível: os caixas automáticos dos bancos ficam nas ruas!E não tem ninguém tomando conta. E ainda funcionam a noite inteira. Não falamos alemão, mas aposta que os jornais estão cheios de notíciassobre assaltos nesses caixas automáticos; - As calçadas têm espaços livres que são desperdiçados com pessoas ao invésde deixar o elemento mais importantes de uma cidade - os carros tomarem conta. E aí, para resolver esse contra-senso, os alemães constroem um monte de garagens subterrâneas. - Em engarrafamentos, eles desperdiçam aquela pistona do acostamento e nãoultrapassam ninguém por ali. Se fossem mais espertos teriam um trânsito mais legal, como o nosso. - É... como diria o Ancelmo, deve ser terrível viver num país desses”.
… pois … e pensar que os brasileiros (ou brazileiros!) é que têm gravado na bandeira a expressão:
Quando há uns tempos atrás escrevi aqui sobre a saudosa Ti Libânia descobri na web um poema sobre as Besteiras escrito por Hisalena, que o mantém no seu blog “Sensações e Emoções”, onde o podem apreciar e comentar (vá lá! É tão interessante receber um comentário … e não custa nada!).
Hisalena (que eu não conheço, mas tem a bênção de viver na aldeia onde eu nasci …) deu à costa com um comentário e o anúncio de que, no fim-de-semana que se avizinha, ocorre a festa na aldeia em homenagem a Santa Teresa.
Apesar de estar de férias, não vou poder comparecer. Mas não posso deixar de prestar aqui o meu tributo a quem por essas aldeias fora vai mantendo as tradições com a realização destas romarias que nos distinguem como um povo especial … com alma …
Por isso, para quem não tem programa, toca a rumar à aldeia das Besteiras.
(…) pequena aldeia ribatejana Tingida pelo verde intenso da serra O chão donde minha alma emana, O meu lar e a minha querida terra. (Hisalena)
Há uns tempos atrás fiz por aqui uma referência à reacção dos Mentos quando misturados com Coca-Cola. Se não viram, toquem AQUI. Pois agora um grupo 1.500 estudantes resolveu provocar aquele efeito em simultâneo. O resultado, no mínimo, é interessante. Por ora, ainda só nos disponibilizaram na web algumas fotos, que podem ver AQUI. Mas não tardarão por aí os vídeos do evento…
Há uns tempos enviaram-me um vídeo que achei tão nojento que eliminei a coisa sem a referir a ninguém e sem dela guardar grande memória. Mas o raio do vídeo ganhou pernas por essa web fora e, pelos vistos, tornou-se num fenómeno de popularidade, não pela qualidade ou pelo assunto, mas pelas reacções que provoca nas pessoas.
O vídeo é tão nojento que recomendo vivamente que não o vejam. E, se vos convidarem para ver um vídeo com o objectivo de registar a vossa reacção, admitam que é este! A internet está carregada de vídeos com reacções de pessoas (dos mais velhos aos mais desprevenidos) ao verem aquela nojeca. E se o vídeo é mau, muito mau (!), as reacções são engraçadas. Por isso, recomendo que não vejam o vídeo (se conseguirem resistir à curiosidade!), mas não deixem de ver uns quantos vídeos sobre as reacções …
… só vídeo! (onde é que eu já ouvi isto!).
Ah! é verdade! O famoso vídeo tem por título «Two Girls, One Cup».
Relembro! Não vejam o vídeo! Vejam só as reacções a quem o teve que ver!
Reacções por exemplo: AQUI, AQUI ou AQUI. Mas a web está pejada de vídeos similares …
E pergunto eu? Porque é a maioria das criaturas reage dizendo: “Oh my God!”
O Allgarve sacou-me mais 25 € e deixou-me ver e ouvir o Freddy Cole.
O velhinho (nasceu em 1931!) esforçou-se por agradar (no fantástico Parque do Sítio das Fontes, em Lagoa), mas o melhor que conseguiu foi fornecer um espectáculo calmo, sereno, pachola, com muita música de roça-roça, boa para elevador e hall de hotel.
Freddy cantou e tocou (apesar das artroses que lhe atrofiam uma das mãos de forma notória) e não deixou saudades (… a não ser saudades do mano, o Nat “King”).
Freddy Cole vinha bem acompanhado por uma boa banda (pelo menos o pessoal das cordas sabia daquilo!). Porém, o velho não deixou brilhar o grupo (… a estrela era ele!). Tocou e cantou umas quantas faixas com timbre similar ao irmão (uma delas em português), com cheiro a jazz, mas a roçar o pop comercial.
Em suma, quero os meus 25 € de volta!
Que saudades do Herbie Hancock. A propósito há quanto tempo não escrevo aqui sobre esse génio das teclas e da electrónica! Não, não vou massacrar ninguém com mais informação sobre o homem (também ele já velhote!), mas, ainda assim, deixo aqui a referência a um vídeo com aspecto caseiro de 1983 (1983!) em que o Herbie está com o Quincy Jones envolvido nos seus processadores e sintetizadores (como os míticos Fairlight). Hoje estes aparelhos são comuns, mas na época era qualquer coisa de muito avançado. Aliás, esta distância temporal já dá para rir do aspecto dos equipamentos. Por isso, e apenas para isso, recomendo uma vista de olhos pelo seguinte vídeo: Herbie Hancock e Quincy Jones brincando com os sintetizadores
E o Freddy? OK, se querem ver o old man a cantar "I'm Not My Brother, I'm Me", passem por AQUI.
Cada vez ouvimos mais música comprimida. Digital e comprimida! Em suma, alterada … para pior …
Há dias encontrei um advogado conhecido com um braçado LPs em velho vinil, o que motivou uma interessante conversa sobre as vantagens acústicas do analógico sobre o digital. Creio que os puristas têm razão. Eu, duro de um ouvido e quase surdo do outro sinto-me feliz com o meu leitor de MP3. Sem música é que a vida seria negra. Tendo o privilégio de poder escutar as melodias que vão marcando a minha vida em qualquer lugar, não luto por purismos. Mas aceito que os bons audiófilos e os melómanos assumidos não aceitem as distorções que as compressões implicam.
E note-se que, se os ficheiros comprimidos alteram as músicas, os ficheiros digitais que encontramos nos CDs que adquirimos também não mantém todas as qualidades dos sons originalmente gravados. É que os Cds também são gravados com compressão.
Para o comprovar reproduzo aqui o que encontrei na net sobre o assunto. Sim, porque como sabem, eu sei tanto de compressão digital como de pesca. E olhem que a pesca eu já tentei! Eu disse TENTEI!
O vídeo em baixo demonstra bem o que o DRC (Dynamic Range Compression) dos programas de "mastering" tem feito nos últimos anos – degradando de modo muito notório a qualidade da música gravada nos CDs. O objectivo é simples: tornar a música mais "loud", de modo a captar mais facilmente a atenção. O resultado, que até pode parecer soar "melhor" numa primeira audição num ambiente ruidoso é, na realidade, bem mais pobre do que o som não comprimido. E quando a compressão é severa, a música torna-se "pesada" e desagradável. Os nossos ouvidos (e cérebro?) afinal, não são assim tão facilmente enganados.
Como funciona o DRC? Comprimindo dinâmica e artificialmente os sons mais fortes (por exemplo batidas de bateria ou acordes de guitarra), o nível médio do som do disco torna-se maior e os sons de média intensidade destacam-se, artificialmente, dos outros, mas perde-se a subtileza e a cor características de uma boa gravação. Quando se compara uma gravação sem DRC e outra fortemente afectada por esta prática não há dúvida que nos estão a vender "gato por lebre"!
Reparem que o truque do DRC é utilizado noutras áreas – em televisão, nos anúncios que têm a banda áudio tão comprimida que o "jump" do valor médio de dB do telejornal para os anúncios até nos faz dar um salto na cadeira, nos sistemas de som em grandes superfícies (para que a música não tenha muitos altos e baixos e funcione, literalmente, como música (?) de fundo,) etc....
Em comentário a um post recente sobre um jogo que envolve o Zezé Camarinha, um amigo anónimo (não sei porquê "anónimo". Vá lá pessoal! Identifiquem-se com um nome, ainda que tão real como o meu "Ideiafix"!) escreveu: “Parece que este cromo publicou, ou vai publicar, um livro (estive para escrever “escreveu”, mas acho que ele não sabe o que isso é!) dedicado às mulheres da sua vida, entre as quais salienta a agora Governadora dos Algarves como sendo a mulher que mais o marcou, a qual inclusivamente irá apadrinhar o evento participando no lançamento da dita "OBRA". Será isto verdade ? Serão infelizes manobras políticas ? Ou apenas bocas da reacção? Incrédulo.”.
Começo por referir que é verdade ter sido publicado “O Último Macho Man Português” (Livros d’Hoje). Tomei conhecimento porque a coisa merece referência na secção “Leituras” da revista “Certa” nº 126 (distribuída nos supermercados Continente).
Por outro lado, estive a confirmar, e é verdade. A apresentação do livro teve honras prestadas pela Governadora Civil Isilda Gomes (o homem terá ainda tentado oferecer o livro ao José Sócrates quando ele esteve em Portimão, mas houve boicote à ideia. Camarinha estava no jantar – o tal que terminou com tiros no telhado! – mas numa mesa ao lado da de José Sócrates pelo que não conseguiu fazer campanha pela venda do livro, com uma foto com o nosso primeiro, tal como Camarinha pretendia).
Não pretendo comprar o livro, e muito menos lê-lo. Não li o livro da Carolina Salgado, "obra" do mesmo calibre, pelo que também não vou ler este. A verdade é que devem existir semelhanças entre as duas “obras”, pelo menos no que se refere às cenas passadas na horizontal. É que este Zezé, que se agarrou a esta imagem de macho algarvio, como galã que seduz e “come” estrangeiras é uma imagem a roçar o degradante. Mas ganhou fama e surge nos jornais e nas televisões como figura do pseudo jet-set nacional. Um verdadeiro morango com açúcar!
Sobre o Zezé Camarinha e quem lhe tem dado apoio (como é o caso da nossa Governadora Civil!), Elisabete Rodrigues (chefe de redacção do jornal Barlavento, onde tem uma coluna semanal cuja leitura não dispenso), escreveu uma crónica esta semana, onde se pode ler:
“Se Zezé Camarinha fosse uma mulher, o negócio a que ele se dedicou durante anos seria chamado, em bom e claro português, prostituição. Mas como é um homem, ainda por cima agora respeitável empresário que até é convidado para reuniões partidárias ao mais alto nível, o antigo negócio dele é, eufemisticamente, classificado como serviços de um bom macho. É nestas nuances que se vê como a sociedade portuguesa é hipócrita”.
Cara Elisabete concordo plenamente. Contudo, tendo em consideração as proezas sexuais do Zezé, o nome que se lhe devia chamar, em bom português, não era “prostituto” …
Para acabar de vez com os posts sobre o Herbie, ficam aqui algumas notas e curiosidades sobre o mesmo, apuradas por essa net fora!
Ora, o menino Herbie Hancock nasceu em Chicago em 1940 e foi uma criança prodígio - aos 11 anos foi solista num concerto de Mozart com a Chicago Symphony Orchestra!
No liceu começou a tocar em bandas jazz e, foi também no Liceu, que despertou uma outra paixão de Herbie - a ciência e a electrónica. Por isso, como já referi no post anterior, o Herbie decidiu tirar um major duplo na Universidade, em "engenharia electrotécnica" e em “música”.
Em 1960, com 20 anos, o trompetista Donald Byrd convida-o para o seu grupo e em 1962 assina pela Blue Records o seu primeiro contrato como solista. Em 1963 sai a lume o seu primeiro disco, que incluía o tema "Watermelon Man", que se tornou num grande êxito. Ainda em 1963 um acontecimento viria a marcar o rumo da carreira de Herbie - o convite pelo grande Miles Davis para integrar o seu novo quinteto. Durante 5 anos este quinteto produziu um conjunto de verdadeiras obras-primas do Jazz. Este quinteto, que incluía para além de Herbie e de Miles, Wayne Shorter (saxofone tenor), Ron Carter (baixo) e o extraordinário Tony Williams (bateria) é considerado por muitos o melhor grupo de jazz da década de 60! E todos os convidados por Miles (um verdadeiro descobridor de talentos) eram muito jovens. Tony Williams tinha apenas 17 anos e o mais velho era Wayne Shorter que acabara de fazer 30! Este quinteto foi, aliás, impedido de actuar em alguns clubes de Jazz ... porque o clube era interdito a menores!
Durante este período áureo com Miles, Herbie não descurou a sua carreira de compositor e solista. Em 1964 grava o álbum "Empyrean Isles" (que inclui o tema Cantaloupe Island) e em 1965 o extaordinário album "Maiden Voyage", que inclui o tema homónimo, para muitos o melhor tema composto por Herbie (não sei como se avalia isto … será por ter mais dós sustenidos!).
Na década de 80, Herbie Hancock tem um hit global com "Rockit" que não é bem jazz, enfim, mas que tem a seguinte característica engraçada: foi um mega sucesso na recém-criada MTV e o seu teledisco, verdadeiramente notável, é justamente considerado um dos primeiros telediscos com verdadeira linguagem de teledisco - é hoje um verdadeiro clássico do género!
Estes sons (com uso e abuso do scratching) estiveram na origem do malfadado som hip-hop!
Lembra-se do vídeo-clip? Não. Então passem por AQUI
Este teledisco esteve na altura envolvido em alguma polémica. Nalguns países foi proibido de passar em horário "normal" porque seria pernicioso para as crianças que teriam pesadelos com os manequins. Depois, alguém descobriu que há uns frames em que um manequim parece estar a fazer algo "impróprio" debaixo dos lençóis, e proibiram o teledisco! Mal calculava esta malta o que o futuro traria!
Esta música mostrava que Herbie Hancock estava numa nova fase. Quando, no início da década de 90, publicou um álbum de acid jazz, “Dis Is Da Drum”, era já o álbum nº 39 da sua carreira! Que falta de criatividade!
Herbie Hancock, hoje com 68 anos continua bem activo, dando concertos um pouco por todo o mundo.
No seu trabalho discográfico Possibilities, Herbie convidou uma série de artistas conhecidos como Christina Aguilera, Paul Simon, etc., e reinventou velhos temas com a sua mestria única ao piano...
Vejam o resultado da Christina Aguilera e o Herbie Hancock na cerimónia dos Grammy 2006: AQUI
Como já salientei em posts anteriores, com o CD “River” o Herbie voltou aos convidados. Estes discos vão trazendo o HH para a música simples e intimista (comercial!). Poderá ser menos genial, mas é mais audível no dia a dia … e a música é para se ouvir!
No espectáculo que por aí anda, o Herbie cruzou o “River” com o “Possibilities” e deu a “The River of Possibilities Tour”, (cute!):
… um show saboroso! E eu vi (na 1ª fila)… e ouvi! Eheheheheheheh!
Ainda aqui anda às voltas o Dave Holland com o seu baixo … pumpumpumpum pum pum! pumpumpumpum pum pum!
Estão a ouvir … vá lá, comigo: Pumpumpumpum pum pum! pumpumpumpum pum pum!
Enfim não vieram ao concerto os colaboradores do “River – the Joni Letters” (os feet.s!), mas o concerto valeu os 30 euros! Valia 60! 120! E as vozes de Amy Keys e Sonia Kitchell chegaram e sobraram … (principalmente Amy Keys, fixem o nome!)
Podem babar-se de inveja à vontade!
O espectáculo, com o nome de “The River of Possibilities Tour”, tinha:
Herbie Hancock – piano Vinnie Colaiuta – bateria Dave Holland – contrabaixo Lionel Loueke – guitarra Chris Potter – saxophone Amy Keys – voz Sonia Kitchell – voz
Para quem não foi (e para os privilegiados também!), recomendo uma vez mais uma audição atenta do álbum “River”. Recordo-vos que os tais feet.s que vão aparecendo ao longo do CD são só: Norah Jones, Tina Turner, Corinne Bailey Rae, Joni Mitchell, Luciana Souza e Leonard Cohen.
Se querem ver uma excelente apresentação do CD, vejam AQUI:
* Para quem Herbie Hancock é um alegre desconhecido, deixo aqui a indicação de um vídeo do seu tema mais badalado. Para muitos a sua obra prima: Cantaloupe Island
Vejam só quem na altura deste vídeo tocava com ele (Freddie Hubbard, Joe Henderson, Ron Carter e Tony Williams)… e como tocam! Mas se procurarem no Youtube têm uma outra versão do mesmo tema em que ele está acompanhado por gente mais fraquita (Stanley Clarke, Omar Hakim e Way Shorter!). Fraquinhos, fraquinhos!
* Mas quem não conhece HH, não deve deixar de ouvir pelo menos: "Watermelon Man" “Maiden Voyage”; e “Chameleon” (o velho som do “Pão com manteiga”!) Para ver e ouvir o Herbie no já longínquo 1974 a tocar este tema vão AQUI
Foi com esta música que ele fechou o espectáculo … e ainda sinto aquela batida …
Pumpumpumpum pum pum! pumpumpumpum pum pum!
O tema durou uns 30 minutos! Duelos do Herbie com todos os elementos do grupo! E o Dave Holland com o seu baixo … pumpumpumpum pum pum! pumpumpumpum pum pum!
Histórico!
*
Herbie Hancock é um pianista muito importante na área do Jazz e não só.
O Homem fez dois masters universitários - um em música e outro em engenharia electrotécnica. Para além disso, interessava-se também por física. Por isso, os seus espectáculos fogem do conceito clássico do jazz. Ele navega entre o experimentalismo (aquele órgão até tosse!), o rock (é a isto que chamam fusão!), o blues o free jazz, o funky e sons sem outra qualificação que a de Herbianos!
Há longo tempo atrás escrevi AQUI sobre o último CD do Herbie Hancock.
Pois hoje vou vê-lo ao vivo!
São as vantagens de ter aqui 30 euros de lado e viver no ALLGARVE.
Já agora, se visitarem o site do Allgarve, escutem a musiquinha de fundo e o Reininho a dizer que “o Algarve também se cultiva”.
Se fossem todos lamber sabão!
Como se estas iniciativas visassem cultivar o Algarve. Passamos o ano a ouvir falar da cultura que inunda a capital, o Porto e arrabaldes. Por cá vão aparecendo umas coisitas menores, resultado do esforço e das parcas posses das vereações da cultura das autarquias. O governo central só pensa em cultivar o Algarve quando isto está invadido por lisboetas, nortenhos e estrangeiros. Os indígenas que se lixem! Até porque nesta altura do ano só nos apetece fugir!
Enfim, mas enquanto por aqui estou (e já não falta muito para bazar!) vou aproveitando as coisinhas que os VIPs agendaram para eles, nesta altura que vieram a banhos cá à estância …
… e assim “o Algarve lá se vai cultivande!”.
Quanto aos que não podem vir ver e ouvir o Herbie, eu depois dou-vos um banho de inveja!
Como os visitantes desta página já notaram (e alguns já reclamaram!) isto por aqui tem andado fraco no que se refere a tempo para postar.
Blogar é uma experiência interessante. É criativo (embora eu seja um blogueiro que vive essencialmente à conta das ideias dos outros!). Mas criar implica trabalho e principalmente provoca angústias várias. Esta coisa de enfrentar uma folha branca e deixá-la inovada é bom para gente imaginativa e não para um perro como eu. Mas enfim, meti-me nesta aventura com o objectivo de experimentar como isto se faz e não com o objectivo de criar grande coisa. E a prova está nesta triste obra que aqui vai ficando armazenada. Ainda assim, quem dá o que tem …
A Mafalda desistiu …
O Ideiafix vai desistindo …
Tudo isto para vos dizer que hoje tenho um tempinho … mas pouco. Por isso cá estou a publicar qualquer coisinha.
Já não vale a pena falar da grande vitória futebolística da Espanha. Que nos desculpem os alemães, mas todos compreendem que não gostámos de ser eliminados por uns “gaijos” que não sabem jogar à bola e que só ganham porque são uns sortudos, sabem empurrar muito bem, e não têm o Ricardo na baliza deles!
Por isso, cá por casa, desta vez e muito excepcionalmente, fomos espanhóis.
E sentimo-nos vingados!
Mas, se não vale a pena falar de futebol, há que falar do Verão, das férias, da praia e de todos os muitos outros prazeres que a época nos traz. Vivo no Algarve, o que agora deixa de ser um privilégio para passar a ser um suplício. Mas ainda assim, apesar da invasão, é bom viver por aqui.
Por isso, por hoje, deixo-vos aqui uma indicação de um joguinho que envolve tudo isto. Verão, turistas (femininas e estrangeiras!), praia, Algarve e sexo. Em suma …. Zezé Camarinha!