terça-feira, 10 de junho de 2008
sábado, 7 de junho de 2008
Paparazzi
Não é que seja um criador de fotos artísticas. Sou mais um dos que atulha o computador e os cartões com imagens que ninguém mais vê (nem eu!).
Por isso tenho que passar a divulgar aqui algumas delas.
Há dias vi e captei este fotógrafo, o que mostra como fotografar é uma coisa universal.
Vejam o estilo, a pose, o arriscar a vida por uma imagem pendurado num muro.
Um autêntico paparazzi!
… e notem aquela barriguinha … fotógrafo que se preze é sempre assim!
*******
Enfim, não reparem naquela máquina cor-de-rosa!
Um abração SC!
Um abração SC!
8ª Corrida Fotográfica de Portimão
Para quem possa interessar, informo que estão abertas as inscrições para a:
8ª CORRIDA FOTOGRÁFICA DE PORTIMÃO
Este ano é uma corrida ANALÓGICA, DIGITAL E SUBAQUÁTICA.
Recomendo que se inscrevam só na digital e na subaquática. Dispenso adversários!
Vejam AQUI
Regulamento
Ficha de inscrição
Ficha de inscrição online
8ª CORRIDA FOTOGRÁFICA DE PORTIMÃO
Este ano é uma corrida ANALÓGICA, DIGITAL E SUBAQUÁTICA.
Recomendo que se inscrevam só na digital e na subaquática. Dispenso adversários!
Vejam AQUI
Regulamento
Ficha de inscrição
Ficha de inscrição online
Portugal! Portugal! Portugal!
Cá por casa estamos todos com a farda e imbuídos do espírito necessário.
Para já, toca a dar porrada nos turcos!
sexta-feira, 6 de junho de 2008
terça-feira, 3 de junho de 2008
Petróleo
A crise gerada pelo constante aumento dos combustíveis tem estimulado a imaginação do povo (acontece com todas as crises!).
Publico, por isso, algumas das imagens que me foram enviadas recentemente sobre o assunto, as quais dispensam comentários.
Publico, por isso, algumas das imagens que me foram enviadas recentemente sobre o assunto, as quais dispensam comentários.
Oh! Mar salgado ...
Por recomendação do meu amigo Bruno deixo aqui estas sugestões, para que percam esses medos do mar ...
Mafalda, eu sei que estes vídeos te vão avivar boas memórias!
Este filme até tem uma fantástica banda sonora:
Ou aqui:
Mafalda, eu sei que estes vídeos te vão avivar boas memórias!
Este filme até tem uma fantástica banda sonora:
Ou aqui:
http://www.youtube.com/v/_6zPLA-49Y4&feature=related
Chega a impressionar como estas coisas não vão ao fundo.
Chega a impressionar como estas coisas não vão ao fundo.
Vejam este no Mar da Islândia:
Ou aqui:
Ou aqui:
sábado, 31 de maio de 2008
O comércio de Portimão
Em Portimão está a nascer um “Retail Center”. Ver a apresentação AQUI
Designado “Portimão Retail Center” (o outro chama-se “Portimão Retail Park”!), o novo espaço terá uma superfície de 12 mil metros quadrados, ocupados por oito lojas e três restaurantes e estará concluído no primeiro trimestre de 2009.
Terá uma loja Izi, a Casa, a Casa das Prendas e, provavelmente, um espaço da C&A.
Ver o filme AQUI
Mas as novidades comerciais de Portimão não se ficam por aqui.
Ao que consta, Portimão vai receber o que será o maior centro comercial do Algarve. A construção deverá começar ainda este ano.
O novo centro comercial prepara-se para nascer na zona da Boavista, numa antiga propriedade agrícola abandonada e numa fábrica de conservas.
Prevê-se que terá este aspecto:
O edifício, projectado pela Sua Kay Arquitectos, terá três pisos com 32 mil metros quadrados de área comercial e incluirá um hipermercado Jumbo, com oito mil metros quadrados, que uma vez concluído será o maior do Algarve. Além das lojas – em número ainda não divulgado –, incluindo um conjunto alargado de lojas-âncora e dos restaurantes, o mega-centro terá também uma área de cinemas e zonas de entretenimento.
Pensam que as mudanças do comércio de Portimão ficam por aqui. Não!
Ao que consta está a decorrer o processo de loteamento do Feira Nova a instalar junto à antiga Adega Cooperativa de Portimão, com licenciamento a decorrer na Direcção Regional de Economia.
Junta-se-lhe um Intermarché, em fase de pedido de localização, próximo do supermercado L’Eclercq, e um pedido de mudança de instalações da loja de desporto Decathlon, que vai sair do actual Retail Park e criará uma loja única, junto ao Centro Hospitalar do Barvalento Algarvio.
Em breve Portimão irá ter 2595 m2 de grandes superfícies por mil habitantes.
É quase o dobro de Barcelona!
A média europeia do número de metros quadrados de grande superfície por habitante é de 350!
Mas Portimão vai muito à frente! Nos espaços comerciais ...
quinta-feira, 29 de maio de 2008
New York, New York
Ando a preparar-me para a aventura!
Para já descobri que já existe uma primeira torre erguida no Ground Zero, depois do famoso 11 de Setembro.
Para já descobri que já existe uma primeira torre erguida no Ground Zero, depois do famoso 11 de Setembro.
Quem fica por cá, pode espreitar AQUI (carregando nas setas podem ver outras fotografias).
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Youtube Ampliado
Com alguma regularidade tenho indicado vídeos que estão publicados no Youtube. Enfim, a maioria das vezes não têm grande qualidade, mas estão lá disponíveis o que é uma bênção!
Por regra vemos os vídeos numa pequena janela incluída na página web, mesmo quando entramos no site do Youtube. Atenta a normal falta de qualidade dos vídeos, assim deve continuar!
Mas existem duas formas de ver os vídeos ampliados.
A mais fácil é, quando se visiona o vídeo no próprio site do Youtube, carregar no rectângulo que consta no canto inferior direito da janela (o segundo rectângulo a seguir ao botão do aumento do som).
A segunda é mais complicada mas merece a experiência:
Tomemos por exemplo este vídeo:
O endereço do video é:
http://br.youtube.com/watch?v=nIIGxPKZksQ&feature=related
Por regra vemos os vídeos numa pequena janela incluída na página web, mesmo quando entramos no site do Youtube. Atenta a normal falta de qualidade dos vídeos, assim deve continuar!
Mas existem duas formas de ver os vídeos ampliados.
A mais fácil é, quando se visiona o vídeo no próprio site do Youtube, carregar no rectângulo que consta no canto inferior direito da janela (o segundo rectângulo a seguir ao botão do aumento do som).
A segunda é mais complicada mas merece a experiência:
Tomemos por exemplo este vídeo:
O endereço do video é:
http://br.youtube.com/watch?v=nIIGxPKZksQ&feature=related
Para passar a ver este vídeo em tamanho ampliado, basta alterar a parte do endereço “/watch?v=” para “/v/”.
Ou seja, o endereço anterior passa para:
http://br.youtube.com/v/nIIGxPKZksQ&feature=related
Experimentem!
Ou seja, o endereço anterior passa para:
http://br.youtube.com/v/nIIGxPKZksQ&feature=related
Experimentem!
terça-feira, 27 de maio de 2008
"Batalha no Krugger"
Há uns tempos atrás mandaram-me um mail com um vídeo surpreendente. Dura oito minutos, mas não os dei por perdidos.
Já neste mês de Maio, li no “Expresso” que aquele vídeo foi comprado pela National Geographic que o vai transmitir no seu canal.
A notícia do "Expresso" (que podem ler AQUI) diz:
«Quando Jason Schlosberg pôs no YouTube um vídeo amador captado no Parque Krugger, durante as suas férias na África do Sul, mal sabia que estas imagens iriam ter a atenção da National Geographic. Um ano depois, e já com mais de trinta milhões de visionamentos no site de partilha de vídeos, o filme da luta pela sobrevivência de um búfalo africano vai agora ser transmitido pelo conceituado canal de televisão.
Captado com uma câmara amadora, o vídeo "Battle at Krugger" mostra oito minutos de pura adrenalina no universo da vida selvagem: um grupo de leões ataca um jovem búfalo no meio da manada onde este seguia. Ao tentarem derrubá-lo na margem de um rio, um grupo de crocodilos tenta "roubar" a presa aos leões, que acabam por sair vencedores desta disputa. Contudo, a vitória dura pouco: a manada de búfalos regressa furiosa e com tamanho redobrado. Com valentes cornadas conseguem reaver a cria que, contra todas as expectativas, sobrevive aos ataques.
Colocado no YouTube há um ano, este vídeo de "sobrevivência e aventura" transformou-se num sucesso da Internet. Só no YouTube já foi visto mais de 31 milhões de vezes e deu origem a 31.600 comentários. O filme, que foi ainda vencedor dos "YouTube Awards" na categoria de "Melhor testemunho", deu também origem ao site battleatkrugger.com.
Embora sejam amadoras, as imagens vão agora ser utilizadas pela National Geographic.»
Se ainda não viram, dêem uma vista de olhos:
Ou AQUI
Já neste mês de Maio, li no “Expresso” que aquele vídeo foi comprado pela National Geographic que o vai transmitir no seu canal.
A notícia do "Expresso" (que podem ler AQUI) diz:
«Quando Jason Schlosberg pôs no YouTube um vídeo amador captado no Parque Krugger, durante as suas férias na África do Sul, mal sabia que estas imagens iriam ter a atenção da National Geographic. Um ano depois, e já com mais de trinta milhões de visionamentos no site de partilha de vídeos, o filme da luta pela sobrevivência de um búfalo africano vai agora ser transmitido pelo conceituado canal de televisão.
Captado com uma câmara amadora, o vídeo "Battle at Krugger" mostra oito minutos de pura adrenalina no universo da vida selvagem: um grupo de leões ataca um jovem búfalo no meio da manada onde este seguia. Ao tentarem derrubá-lo na margem de um rio, um grupo de crocodilos tenta "roubar" a presa aos leões, que acabam por sair vencedores desta disputa. Contudo, a vitória dura pouco: a manada de búfalos regressa furiosa e com tamanho redobrado. Com valentes cornadas conseguem reaver a cria que, contra todas as expectativas, sobrevive aos ataques.
Colocado no YouTube há um ano, este vídeo de "sobrevivência e aventura" transformou-se num sucesso da Internet. Só no YouTube já foi visto mais de 31 milhões de vezes e deu origem a 31.600 comentários. O filme, que foi ainda vencedor dos "YouTube Awards" na categoria de "Melhor testemunho", deu também origem ao site battleatkrugger.com.
Embora sejam amadoras, as imagens vão agora ser utilizadas pela National Geographic.»
Se ainda não viram, dêem uma vista de olhos:
Ou AQUI
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Objectos
Este blog vai servindo para tudo, mas a verdade é que não serve para nada, como aliás acontece com a maioria dos que andam por aí?
Na falta de arte e tempo para fazer algo digno de nota, resta-me lembrar o tempo e a arte de outros.
Recomendo, por isso, uma visita ao(s) “Objectos”, de onde saquei esta imagem, que é uma das muiiiiiiiiiiiiiiiiitas e bem catadas que por lá se podem apreciar.
Imaginação a rodos em: http://objectos.blogspot.com/
Na falta de arte e tempo para fazer algo digno de nota, resta-me lembrar o tempo e a arte de outros.
Recomendo, por isso, uma visita ao(s) “Objectos”, de onde saquei esta imagem, que é uma das muiiiiiiiiiiiiiiiiitas e bem catadas que por lá se podem apreciar.
Imaginação a rodos em: http://objectos.blogspot.com/
domingo, 25 de maio de 2008
Bob Geldof e Angola
O músico e activista Bob Geldof afirmou um dia destes em Lisboa que Angola é um país “gerido por criminosos”, palavras que levaram o embaixador angolano na capital portuguesa a abandonar a sala, motivaram a indignação de Mira Amaral contra o desbocado e implicaram que Ricardo Salgado se demarcar daquelas afirmações (proferidas numa conferência sobre “Desenvolvimento Sustentável” organizada pelo BES e pelo “Espresso”).
Também eu não compreendo o Bob!
O Jornal de Angola riposta e afirma que «Bob Geldof ou comportava uma dose excessiva de uísque ou não sabe sequer onde fica Luanda e muito menos Angola».
Pois tá claro!
Até acredito que o Bob saiba mais que eu sobre os políticos Angolanos. Mas chamar-lhes criminosos!
Enfim, cá à distância anunciam-se coisas estranhas, mas só serão estranhas porque ocorrem em África.
Por exemplo, foi noticiado que 25% do capital do Banco Bic pertencem à filha do presidente Angolano. A Senhora tem 34 anos e tem 25 % de um banco... mas isso só acontece certamente porque ela tem jeito e alma para o negócio!
Que ideia é essa de os apodar de “criminosos”, Bob?
Maquejeite!
Também eu não compreendo o Bob!
O Jornal de Angola riposta e afirma que «Bob Geldof ou comportava uma dose excessiva de uísque ou não sabe sequer onde fica Luanda e muito menos Angola».
Pois tá claro!
Até acredito que o Bob saiba mais que eu sobre os políticos Angolanos. Mas chamar-lhes criminosos!
Enfim, cá à distância anunciam-se coisas estranhas, mas só serão estranhas porque ocorrem em África.
Por exemplo, foi noticiado que 25% do capital do Banco Bic pertencem à filha do presidente Angolano. A Senhora tem 34 anos e tem 25 % de um banco... mas isso só acontece certamente porque ela tem jeito e alma para o negócio!
Que ideia é essa de os apodar de “criminosos”, Bob?
Maquejeite!
MIA COUTO
Já bloguei sobre a língua portuguesa, sobre a linguagem e sobre o Mia Couto (e a sua “Terra Sonâmbula”). Relembro-o aqui porque resolvi reproduzir aqui um excerto de um muito curioso texto da autoria de Mia Couto: “Perguntas à Língua Portuguesa”.
O estilo e a linguagem fazem lembrar a imaginação das crónicas do Luís Fernando Veríssimo, sobre o qual também já perdi por aqui algum tempo. Mas este texto é do Mia.
Pois cá vai:
“Esta obra de reinvenção não é operação exclusiva dos escritores e linguistas. Recriamos a língua na medida em que somos capazes de produzir um pensamento novo, um pensamento nosso. O idioma, afinal, o que é senão o ovo das galinhas de ouro?
Estamos, sim, amando o indomesticável, aderindo ao invisível, procurando os outros tempos deste tempo. Precisamos, sim, de senso incomum. Pois, das leis da língua, alguém sabe as certezas delas?
Ponho as minhas irreticências.
Veja-se, num sumário exemplo, perguntas que se podem colocar à língua:
. Se pode dizer de um careca que tenha couro cabeludo?
. No caso de alguém dormir com homem de raça branca é então que se aplica aexpressão: passar a noite em branco?
. A diferença entre um ás no volante ou um asno volante é apenas de ordem fonética?
. O mato desconhecido é que é o anonimato?
. O pequeno viaduto é um abreviaduto?
. Como é que o mecânico faz amor? Mecanicamente.
. Quem vive numa encruzilhada é um encruzilhéu?
. Se diz do brado de bicho que não dispõe de vértebras: o invertebrado?
. Tristeza do boi vem de ele não se lembrar que bicho foi na última reencarnação. Pois se ele, em anterior vida, beneficiou de chifre o que está ocorrendo não é uma reencornação?
. O elefante que nunca viu mar, sempre vivendo no rio: devia ter marfim ouriofim?
. Onde se esgotou a água se deve dizer: "aquabou"?
. Não tendo sucedido em Maio mas em Março o que ele teve foi um desmaio ou um desmarço?
. Quando a paisagem é de admirar constrói-se um admiradouro?
. Mulher desdentada pode usar fio dental?
. A cascavel a quem saiu a casca fica só uma vel?
. As reservas de dinheiro são sempre finas. Será daí que vem o nome:"finanças"?
. Um tufão pequeno: um tufinho?
. O cavalo duplamente linchado é aquele que relincha?
. Em águas doces alguém se pode salpicar?
. Adulto pratica adultério. E um menor: será que pratica minoritério?
. Um viciado no jogo de bilhar pode contrair bilharziose?
. Um gordo, tipo barril, é um barrilgudo?
. Borboleta que insiste em ser ninfa: é ela a tal ninfomaníaca?
Brincadeiras, brincriações. E é coisa que não se termina (…)”
O estilo e a linguagem fazem lembrar a imaginação das crónicas do Luís Fernando Veríssimo, sobre o qual também já perdi por aqui algum tempo. Mas este texto é do Mia.
Pois cá vai:
“Esta obra de reinvenção não é operação exclusiva dos escritores e linguistas. Recriamos a língua na medida em que somos capazes de produzir um pensamento novo, um pensamento nosso. O idioma, afinal, o que é senão o ovo das galinhas de ouro?
Estamos, sim, amando o indomesticável, aderindo ao invisível, procurando os outros tempos deste tempo. Precisamos, sim, de senso incomum. Pois, das leis da língua, alguém sabe as certezas delas?
Ponho as minhas irreticências.
Veja-se, num sumário exemplo, perguntas que se podem colocar à língua:
. Se pode dizer de um careca que tenha couro cabeludo?
. No caso de alguém dormir com homem de raça branca é então que se aplica aexpressão: passar a noite em branco?
. A diferença entre um ás no volante ou um asno volante é apenas de ordem fonética?
. O mato desconhecido é que é o anonimato?
. O pequeno viaduto é um abreviaduto?
. Como é que o mecânico faz amor? Mecanicamente.
. Quem vive numa encruzilhada é um encruzilhéu?
. Se diz do brado de bicho que não dispõe de vértebras: o invertebrado?
. Tristeza do boi vem de ele não se lembrar que bicho foi na última reencarnação. Pois se ele, em anterior vida, beneficiou de chifre o que está ocorrendo não é uma reencornação?
. O elefante que nunca viu mar, sempre vivendo no rio: devia ter marfim ouriofim?
. Onde se esgotou a água se deve dizer: "aquabou"?
. Não tendo sucedido em Maio mas em Março o que ele teve foi um desmaio ou um desmarço?
. Quando a paisagem é de admirar constrói-se um admiradouro?
. Mulher desdentada pode usar fio dental?
. A cascavel a quem saiu a casca fica só uma vel?
. As reservas de dinheiro são sempre finas. Será daí que vem o nome:"finanças"?
. Um tufão pequeno: um tufinho?
. O cavalo duplamente linchado é aquele que relincha?
. Em águas doces alguém se pode salpicar?
. Adulto pratica adultério. E um menor: será que pratica minoritério?
. Um viciado no jogo de bilhar pode contrair bilharziose?
. Um gordo, tipo barril, é um barrilgudo?
. Borboleta que insiste em ser ninfa: é ela a tal ninfomaníaca?
Brincadeiras, brincriações. E é coisa que não se termina (…)”
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No “ciberduvidas.sapo.pt” (de onde foi retirado o texto citado) consta sobre Mia Couto que é um escritor moçambicano, nascido na cidade da Beira, em 1957. Biólogo profissionalmente, é um dos mais estimulantes autores contemporâneos em língua portuguesa, até pela sua criatividade lexical e semântica, num estilo literário marcado pela originalidade criativa. Veja-se, por exemplo, o texto que escreveu propositadamente para o Ciberdúvidas, na estreia da rubrica Antologia, Perguntas à Língua Portuguesa. A par do papel histórico de João Guimarães Rosa, para o português do Brasil, e de Luandino Vieira, para o português de Angola, a obra de Mia Couto constitui-se como uma referência do português de Moçambique pós-independência. Traduzido em vários países, escreveu, entre outros, os seguintes romances e contos: "Cada Homem É Uma Raça" (1990), "Terra Sonâmbula" (1992), "Histórias Abensonhadas" (1994), "A Varanda do Frangipani" (1996), "Contos do Nascer da Terra" (1997), "Mar e Quer" (1998), "Vinte e Zinco" (1999) e "O Último Voo do Flamingo" (2000).
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Portugal. The Man

Conhecem os “Portugal.The Man”.
Não??????????? Pois está na hora!
Trata-se de um grupo do Alasca que fazem uma música tipo indie rock, audível.
Ao que parece nunca estiveram em Portugal … porque terão escolhido este nome?
Podem espreitar os vídeos e até fazer download (legal!) de algumas músicas, em:
Trata-se de um grupo do Alasca que fazem uma música tipo indie rock, audível.
Ao que parece nunca estiveram em Portugal … porque terão escolhido este nome?
Podem espreitar os vídeos e até fazer download (legal!) de algumas músicas, em:
http://www.portugaltheman.net/audvid.html
Os “Portugal.The Man” são:
- John Baldwin Gourley: Lead vocals, guitars, synthesizers, programming
- Zachery Scott Carothers: Bass, vocals, percussion
- Jason Wade Sechrist: Drums, congas, percussion, vocals
Oiçam!
Os “Portugal.The Man” são:
- John Baldwin Gourley: Lead vocals, guitars, synthesizers, programming
- Zachery Scott Carothers: Bass, vocals, percussion
- Jason Wade Sechrist: Drums, congas, percussion, vocals
Oiçam!
O último CD chama-se "Church Mouth".
quinta-feira, 22 de maio de 2008
apenas mais uma curiosidade
Alguém me recomendou uma passagem por um site de um carola que percebe muito mais de informática que eu.
Nesta página demonstra-se a noite a cair sobre uma cidade!
Nesta página demonstra-se a noite a cair sobre uma cidade!
Ponham o cursor do rato na parte de cima da fotografia da cidade.
São 6h10 pm - (18h10).
Deslizem o rato lentamente para a parte de baixo.
A noite cai sobre a cidade da fotografia às 7h40 (pm)!
Bonito!
Está em:
http://61226.com/share/hk.swf
A noite cai sobre a cidade da fotografia às 7h40 (pm)!
Bonito!
Está em:
http://61226.com/share/hk.swf
Depois de Amadeu, Picasso!
Ainda não vi a “Guernica” ao vivo mas, como a maioria das pessoas, já tive oportunidade de apreciar este quadro em reproduções.Num mail recebido recentemente aconselhavam-me a visita a este site, onde alguém apresentava a "Guernica" em 3D.
Como achei interessante, recomendo aqui uma visita a:
http://www.lena-gieseke.com/guernica/movie.html
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Nota:
O quadro “Guernica”, de Pablo Picasso, é um óleo sobre tela datado de 1937.
Foi executado para o pavilhão da República Espanhola, na Exposição Internacional de Paris.
O quadro “Guernica”, de Pablo Picasso, é um óleo sobre tela datado de 1937.
Foi executado para o pavilhão da República Espanhola, na Exposição Internacional de Paris.
O painel tem as dimensões de 350 x 782 cm.
Pensava que se encontrava exposto no Museu do Prado, em Madrid, mas de acordo com o comentário do "Corto Maltese" estará no Museu Nacional Centro de Arte Rainha Sofia. Para o confirmar, podem ir a http://www.museoreinasofia.es/s-coleccion/coleccionp.php
Pensava que se encontrava exposto no Museu do Prado, em Madrid, mas de acordo com o comentário do "Corto Maltese" estará no Museu Nacional Centro de Arte Rainha Sofia. Para o confirmar, podem ir a http://www.museoreinasofia.es/s-coleccion/coleccionp.php
Conta-se que a polícia fascista foi ao atelier de Picasso, olhou para o quadro "Guernica", e perguntou: “Foi o senhor quem fez isso?” Ao que Picasso terá respondido: “Não, foram os senhores!”.
O quadro retrata os horrores da Guerra Civil Espanhola sobre os quais talvez escrevamos aqui num outro dia.
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Festa do Corpo de Deus

A minha mãe anunciou-me no início desta semana que hoje, dia 22 de Maio de 2008, era dia do “Corpo de Deus” e que não se lembra de este dia ser celebrado no mês de Maio. Efectivamente este feriado costuma ser em Junho.
A Páscoa também foi muito cedo, lembram-se? Por isso é que a festa do Corpo de Deus também foi numa data tão prematura.
A Páscoa é sempre no primeiro domingo depois da primeira lua cheia a seguir ao equinócio de Primavera (20 de Março). A data da Páscoa baseia-se no calendário lunar que o povo hebreu usava para identificar a Páscoa judaica, razão pela qual a Páscoa é uma festa móvel no calendário romano.
Este ano a Páscoa aconteceu mais cedo do que a minha mãe se lembra pois só os mais velhos da nossa população viram uma Páscoa tão temporã (só os mais velhos do que 95 anos!). É que a última vez que a Páscoa foi assim tão cedo foi em 1913.
Por outro lado, a próxima vez que a Páscoa vai ser assim cedo, como este ano (em 23 de Março), será no ano 2228 (daqui a 220 anos).
A próxima vez que a Páscoa vai ocorrer um dia mais cedo (em 22 de Março), será no ano 2285 (daqui a 277 anos). A última vez que foi em 22 de Março foi em 1818.
Por isso, ninguém que esteja vivo hoje, viu ou irá ver uma Páscoa mais cedo do que a deste ano.
Consequentemente, a minha mãezinha também não vai voltar a celebrar um dia do Corpo de Deus tão cedo.
Para quem não sabe (se não sabem, então o que é que estiveram a celebrar hoje? Nada? Então porque não foram trabalhar?!!!!!!), a festa do Corpo de Deus (ou Corpus Christi) foi instituída pelo Papa Urbano IV, com a Bula Transiturus, de 11 de Agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes.
Também não sabem o que é o Pentecostes? Não se lembram? Pois bem …
O Pentecostes é a festa do Espírito Santo. Trata-se de uma festa de origem judaica que corresponde à festa das semanas, Shavuot, celebrada sete semanas depois da Páscoa (7 x 7 = 49). Pentecostes em grego significa quinquagésimo, o 50º dia. Os hebreus eram pastores nómadas. Depois da sua sedentarização, essa Festa das Semanas ou das Colheitas, própria de agricultores, tornou-se complementar à Festa da Páscoa, mais vinculada à antiga fase pastoril desses criadores de cabras e ovelhas. Após o exílio na Babilónia, com a reforma litúrgica e a concentração do culto judaico no Templo de Jerusalém, a Festa de Pentecostes passou a celebrar a Aliança do Sinai e a entrega ou revelação da Lei, da Torá, complementando a Páscoa, comemorativa da libertação do Egipto. Celebrada em Jerusalém, Pentecostes era uma das festas de peregrinação, junto com Páscoa e Tabernáculos (sucot).
A Páscoa também foi muito cedo, lembram-se? Por isso é que a festa do Corpo de Deus também foi numa data tão prematura.
A Páscoa é sempre no primeiro domingo depois da primeira lua cheia a seguir ao equinócio de Primavera (20 de Março). A data da Páscoa baseia-se no calendário lunar que o povo hebreu usava para identificar a Páscoa judaica, razão pela qual a Páscoa é uma festa móvel no calendário romano.
Este ano a Páscoa aconteceu mais cedo do que a minha mãe se lembra pois só os mais velhos da nossa população viram uma Páscoa tão temporã (só os mais velhos do que 95 anos!). É que a última vez que a Páscoa foi assim tão cedo foi em 1913.
Por outro lado, a próxima vez que a Páscoa vai ser assim cedo, como este ano (em 23 de Março), será no ano 2228 (daqui a 220 anos).
A próxima vez que a Páscoa vai ocorrer um dia mais cedo (em 22 de Março), será no ano 2285 (daqui a 277 anos). A última vez que foi em 22 de Março foi em 1818.
Por isso, ninguém que esteja vivo hoje, viu ou irá ver uma Páscoa mais cedo do que a deste ano.
Consequentemente, a minha mãezinha também não vai voltar a celebrar um dia do Corpo de Deus tão cedo.
Para quem não sabe (se não sabem, então o que é que estiveram a celebrar hoje? Nada? Então porque não foram trabalhar?!!!!!!), a festa do Corpo de Deus (ou Corpus Christi) foi instituída pelo Papa Urbano IV, com a Bula Transiturus, de 11 de Agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes.
Também não sabem o que é o Pentecostes? Não se lembram? Pois bem …
O Pentecostes é a festa do Espírito Santo. Trata-se de uma festa de origem judaica que corresponde à festa das semanas, Shavuot, celebrada sete semanas depois da Páscoa (7 x 7 = 49). Pentecostes em grego significa quinquagésimo, o 50º dia. Os hebreus eram pastores nómadas. Depois da sua sedentarização, essa Festa das Semanas ou das Colheitas, própria de agricultores, tornou-se complementar à Festa da Páscoa, mais vinculada à antiga fase pastoril desses criadores de cabras e ovelhas. Após o exílio na Babilónia, com a reforma litúrgica e a concentração do culto judaico no Templo de Jerusalém, a Festa de Pentecostes passou a celebrar a Aliança do Sinai e a entrega ou revelação da Lei, da Torá, complementando a Páscoa, comemorativa da libertação do Egipto. Celebrada em Jerusalém, Pentecostes era uma das festas de peregrinação, junto com Páscoa e Tabernáculos (sucot).
O cristianismo não ia deixar passar a oportunidade de também recuperar essa bela festa agrícola judaica a qual, até hoje, faz grande sucesso nas áreas rurais.
E a pomba do espírito Santo colaborou.
Não sabiam isto? Sois uns “ignoros” como eu, que tive que copiar do “Guia de Curiosidades Católicas”, escrito por Evaristo Eduardo de Miranda.
Bom feriado!
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Nota:
Já agora, para quem também não sabe, a foto deste post é relativa a um quadro (Óleo sobre madeira) de Amadeu de Souza-Cardozo, com o nome de Procissão de Corpus Christi (1913) e pode ser visto no Centro de Arte Moderna Azeredo Perdigão, na Fundação Calouste Gulbenkian.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
WCexy
Partilho aqui o link com imagens das casas de banho do Shopping de S. João da Madeira, 8.ª Avenida (UAU!!!!!) que alguém considerou as “mais sexy's do mundo”.
Ao que consta, foram primeira página no "Toronto Tribune" (Canadá) e foram notícia de abertura em alguns canais de TV em Inglaterra e noutras partes do Mundo !!!
As fotos estão em http://antoniopinto.com/SONAE-8-AVENIDA-WCs
Ao que consta, foram primeira página no "Toronto Tribune" (Canadá) e foram notícia de abertura em alguns canais de TV em Inglaterra e noutras partes do Mundo !!!
As fotos estão em http://antoniopinto.com/SONAE-8-AVENIDA-WCs
Acordo Ortográfico II
Eu continuo sem grande opinião sobre o desacordo ortográfico. Quedo-me na expectativa de ver o que acontece, naquela posição confortável do talvez sim, talvez não (eclético!).
Como reformista estou sempre a favor da evolução, na vida como na linguagem, por isso parece-me bem que a língua evolua e se adapte.
Como conservador (e é tão confortável ser conservador!) sabe-me que as coisas permaneçam como estão. Vou ter que reaprender a escrever. Vou passar a dar erros (ainda mais erros!) por causa da preguiça de apreender. Vou ter que reformar a minha biblioteca, ou ficar com centenas livros com linguagem arcaica. Novos dicionários, novas enciclopédias, novos códigos …
Como reformista estou sempre a favor da evolução, na vida como na linguagem, por isso parece-me bem que a língua evolua e se adapte.
Como conservador (e é tão confortável ser conservador!) sabe-me que as coisas permaneçam como estão. Vou ter que reaprender a escrever. Vou passar a dar erros (ainda mais erros!) por causa da preguiça de apreender. Vou ter que reformar a minha biblioteca, ou ficar com centenas livros com linguagem arcaica. Novos dicionários, novas enciclopédias, novos códigos …
Socooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooorro!
Estou quase a decidir-me no sentido de assinar a petição do Graça Moura (que parece que já ultrapassou os 200 mil aderentes (MANIFESTO EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA)!
Esta coisa de passarmos a escrever como os brasileiros comporta um outro inconveniente. Os brasileiros passam a escrever como nós e isso leva a que literatura brasileira perca o encanto da diferença. Gosto de ler livros de autores brasileiros. Quando fui ao Brasil aproveitei para comprar alguns livros e tenho andado a ler os vários que adquiri de Luís Fernando Veríssimo (vejam AQUI como ele tem publicado poucos!).
Mais cronista que escritor, Veríssimo é um autor talentoso, imaginativo e de humor refinado (e também é músico, tocando sax alto nos Jazz 6 – querem ouvir o seu último álbum?, vão AQUI).
Estou quase a decidir-me no sentido de assinar a petição do Graça Moura (que parece que já ultrapassou os 200 mil aderentes (MANIFESTO EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA)!
Esta coisa de passarmos a escrever como os brasileiros comporta um outro inconveniente. Os brasileiros passam a escrever como nós e isso leva a que literatura brasileira perca o encanto da diferença. Gosto de ler livros de autores brasileiros. Quando fui ao Brasil aproveitei para comprar alguns livros e tenho andado a ler os vários que adquiri de Luís Fernando Veríssimo (vejam AQUI como ele tem publicado poucos!).
Mais cronista que escritor, Veríssimo é um autor talentoso, imaginativo e de humor refinado (e também é músico, tocando sax alto nos Jazz 6 – querem ouvir o seu último álbum?, vão AQUI).
Quem compra jornais (mesmo portugueses) e percorre a net em busca de crónicas tem, ao longo dos anos, tido a oportunidade de ler muitos dos textos de Luís Fernando Veríssimo que por aí andam.
Recentemente fui premiado com um texto deste cronista num mail proveniente de amigos (desconhecidos, mas amigos!) brasileiros. Gostei e partilho aqui, como prova de que é bom ler português/brasileiro e que, calhande (em português/algarvio), não há que mexer em nada, pois tudo está bem na sua diferença.
Não é assim, de fato? Ou será melhor continuar assim de facto!
Pois cá vai a prometida crónica do LFV (que também pode ser lida no SITE do autor):
"Encontram-se na área de serviço. Cada um com seu pacote de lixo. É a primeira vez que se falam.
- Bom dia...
- Bom dia.
- A senhora é do 610.
- E o senhor do 612.
- É.
- Eu ainda não lhe conhecia pessoalmente...
- Pois é...
- Desculpe a minha indiscrição, mas tenho visto o seu lixo...
- O meu quê?
- O seu lixo.
- Ah...
- Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...
- Na verdade sou só eu.
- Mmmm. Notei também que o senhor usa muita comida em lata.
- É que eu tenho que fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...
- Entendo.
- A senhora também...
- Me chame de você.
- Você também perdoe a minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos decomida em seu lixo. Champignons, coisas assim...
- É que eu gosto muito de cozinhar. Fazer pratos diferentes. Mas como morosozinha, às vezes sobra...
- A senhora... Você não tem família?
- Tenho, mas não aqui.
- No Espírito Santo.
- Como é que você sabe?
- Vejo uns envelopes no seu lixo. Do Espírito Santo.
- É. Mamãe escreve todas as semanas.
- Ela é professora?
- Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?
- Pela letra no envelope. Achei que era letra de professora.
- O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.
- Pois é...
- No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.
- É.
- Más notícias?
- Meu pai. Morreu.
- Sinto muito.
- Ele já estava bem velhinho. Lá no Sul. Há tempos não nos víamos.
- Foi por isso que você recomeçou a fumar?
- Como é que você sabe?
- De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadasno seu lixo.
- É verdade. Mas consegui parar outra vez.
- Eu, graças a Deus, nunca fumei.
- Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimido no seu lixo...
- Tranqüilizantes. Foi uma fase. Já passou.
- Você brigou com o namorado, certo?
- Isso você também descobriu no lixo?
- Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho, jogado fora. Depois, muitolenço de papel.
- E, chorei bastante. Mas já passou.
- Mas hoje ainda tem uns lencinhos...
- É que eu estou com um pouco de coriza.
- Ah.
- Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.
- É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.
- Namorada?
- Não.
- Mas há uns dias tinha uma fotografia de mulher no seu lixo. Até bonitinha.
- Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.
- Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo, você quer queela volte.
- Você já está analisando o meu lixo!
- Não posso negar que o seu lixo me interessou.
- Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la.Acho que foi a poesia.
- Não! Você viu meus poemas?
- Vi e gostei muito.
- Mas são muito ruins!
- Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.
- Se eu soubesse que você ia ler...
- Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, nãosei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?
- Acho que não. Lixo é domínio público.
- Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O quesobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo écomunitário. É a nossa parte mais social. Será isso?
- Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que...
- Ontem, no seu lixo..
- O quê?
- Me enganei, ou eram cascas de camarão?
- Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.
- Eu adoro camarão.
- Descasquei, mas ainda não comi. Quem sabe a gente pode...
- Jantar juntos?
- É.
- Não quero dar trabalho.
- Trabalho nenhum.
- Vai sujar a sua cozinha.
- Nada. Num instante se limpa tudo e põe os restos fora.
- No seu lixo ou no meu?"
Recentemente fui premiado com um texto deste cronista num mail proveniente de amigos (desconhecidos, mas amigos!) brasileiros. Gostei e partilho aqui, como prova de que é bom ler português/brasileiro e que, calhande (em português/algarvio), não há que mexer em nada, pois tudo está bem na sua diferença.
Não é assim, de fato? Ou será melhor continuar assim de facto!
Pois cá vai a prometida crónica do LFV (que também pode ser lida no SITE do autor):
"Encontram-se na área de serviço. Cada um com seu pacote de lixo. É a primeira vez que se falam.
- Bom dia...
- Bom dia.
- A senhora é do 610.
- E o senhor do 612.
- É.
- Eu ainda não lhe conhecia pessoalmente...
- Pois é...
- Desculpe a minha indiscrição, mas tenho visto o seu lixo...
- O meu quê?
- O seu lixo.
- Ah...
- Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...
- Na verdade sou só eu.
- Mmmm. Notei também que o senhor usa muita comida em lata.
- É que eu tenho que fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...
- Entendo.
- A senhora também...
- Me chame de você.
- Você também perdoe a minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos decomida em seu lixo. Champignons, coisas assim...
- É que eu gosto muito de cozinhar. Fazer pratos diferentes. Mas como morosozinha, às vezes sobra...
- A senhora... Você não tem família?
- Tenho, mas não aqui.
- No Espírito Santo.
- Como é que você sabe?
- Vejo uns envelopes no seu lixo. Do Espírito Santo.
- É. Mamãe escreve todas as semanas.
- Ela é professora?
- Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?
- Pela letra no envelope. Achei que era letra de professora.
- O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.
- Pois é...
- No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.
- É.
- Más notícias?
- Meu pai. Morreu.
- Sinto muito.
- Ele já estava bem velhinho. Lá no Sul. Há tempos não nos víamos.
- Foi por isso que você recomeçou a fumar?
- Como é que você sabe?
- De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadasno seu lixo.
- É verdade. Mas consegui parar outra vez.
- Eu, graças a Deus, nunca fumei.
- Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimido no seu lixo...
- Tranqüilizantes. Foi uma fase. Já passou.
- Você brigou com o namorado, certo?
- Isso você também descobriu no lixo?
- Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho, jogado fora. Depois, muitolenço de papel.
- E, chorei bastante. Mas já passou.
- Mas hoje ainda tem uns lencinhos...
- É que eu estou com um pouco de coriza.
- Ah.
- Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.
- É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.
- Namorada?
- Não.
- Mas há uns dias tinha uma fotografia de mulher no seu lixo. Até bonitinha.
- Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.
- Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo, você quer queela volte.
- Você já está analisando o meu lixo!
- Não posso negar que o seu lixo me interessou.
- Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la.Acho que foi a poesia.
- Não! Você viu meus poemas?
- Vi e gostei muito.
- Mas são muito ruins!
- Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.
- Se eu soubesse que você ia ler...
- Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, nãosei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?
- Acho que não. Lixo é domínio público.
- Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O quesobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo écomunitário. É a nossa parte mais social. Será isso?
- Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que...
- Ontem, no seu lixo..
- O quê?
- Me enganei, ou eram cascas de camarão?
- Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.
- Eu adoro camarão.
- Descasquei, mas ainda não comi. Quem sabe a gente pode...
- Jantar juntos?
- É.
- Não quero dar trabalho.
- Trabalho nenhum.
- Vai sujar a sua cozinha.
- Nada. Num instante se limpa tudo e põe os restos fora.
- No seu lixo ou no meu?"
Gostaram.
Não têm o que fazer?
Querem mais?
Pois o LFV disponibiliza alguns dos seus textos favoritos AQUI
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quarta-feira, 14 de maio de 2008
Terra Sonâmbula
Com realização de Teresa Prata, estreou nas salas portuguesas (em poucas e nas grandes cidades pois o povo do campo não merece estas coisas!!!) o filme “Terra Sonâmbula” que tem por base um livro de Mia Couto (para ver o trailer, cliquem AQUI).
Não vi o filme, mas li o livro e admito que seja uma boa altura para deixar aqui umas notas sobre a “Terra Sonâmbula”, cuja acção decorre nos tempos da guerra de Moçambique, descrita com um realismo merecido, que impressiona, como perturbam todas as guerras.
As personagens, um misto de figuras míticas e gente simples e humana, transformam o livro numa obra que tem merecido elogios de muitos quadrantes. “Terra Sonâmbula” foi inclusivamente considerado como um dos doze melhores livros africanos do século XX pelo júri da Feira Internacional do Livro do Zimbabwe (ou será Zimbabué?).
Não vislumbro argumentos na “Terra Sonâmbula” para considerar o livro como uma obra tão relevante. Porém, eu não sou africano, pelo que admito não o saber apreciar na devida medida.
Se a “Terra Sonâmbula” não me encantou, a escrita de Mia Couto (cuja obra não conheço como provavelmente devia …) deixou marcas, como aquelas que fui assinalando enquanto lia. Reproduzo-as aqui, para exemplificar porque achei a linguagem marcadamente imaginativa:
- “Se o cansaço é uma velhice súbita eu já me contava pelas últimas idades”.
- “Eu esperava dele um pequeno sentimento paterno, por deslize que fosse”.
- “Meu peito bumbumbava acelerado”.
- “O velho pondera: não valia a pena insistir. O melhor seria uma mentira, dessas tecidas pela bondade”.
- “Acenei que sim. Mas meu coração se pequenou constreitinho”
- “Pode acabar no país, Kindzu. Mas para nós, dentro de nós, essa guerra nunca mais vai terminar”.
- “Não esqueças, patrão. A riqueza é como o sal: só serve para temperar”.
- “No fundo da latrina não pode haver guerra limpa”.
- “Isso é bebida que estava dentro do sangue há muito tempo. Nos tempos, eu bebi tantíssimo”.
- “O caminho é que escolhia o homem. Afinal, toda a direcção do embriagado e sempre conveniente”.
- “Afinal, em meio da vida sempre se faz a inexistente conta: temos mais ontens ou mais amanhãs?”
É assim, simples …
Não vi o filme, mas li o livro e admito que seja uma boa altura para deixar aqui umas notas sobre a “Terra Sonâmbula”, cuja acção decorre nos tempos da guerra de Moçambique, descrita com um realismo merecido, que impressiona, como perturbam todas as guerras.
As personagens, um misto de figuras míticas e gente simples e humana, transformam o livro numa obra que tem merecido elogios de muitos quadrantes. “Terra Sonâmbula” foi inclusivamente considerado como um dos doze melhores livros africanos do século XX pelo júri da Feira Internacional do Livro do Zimbabwe (ou será Zimbabué?).
Não vislumbro argumentos na “Terra Sonâmbula” para considerar o livro como uma obra tão relevante. Porém, eu não sou africano, pelo que admito não o saber apreciar na devida medida.
Se a “Terra Sonâmbula” não me encantou, a escrita de Mia Couto (cuja obra não conheço como provavelmente devia …) deixou marcas, como aquelas que fui assinalando enquanto lia. Reproduzo-as aqui, para exemplificar porque achei a linguagem marcadamente imaginativa:
- “Se o cansaço é uma velhice súbita eu já me contava pelas últimas idades”.
- “Eu esperava dele um pequeno sentimento paterno, por deslize que fosse”.
- “Meu peito bumbumbava acelerado”.
- “O velho pondera: não valia a pena insistir. O melhor seria uma mentira, dessas tecidas pela bondade”.
- “Acenei que sim. Mas meu coração se pequenou constreitinho”
- “Pode acabar no país, Kindzu. Mas para nós, dentro de nós, essa guerra nunca mais vai terminar”.
- “Não esqueças, patrão. A riqueza é como o sal: só serve para temperar”.
- “No fundo da latrina não pode haver guerra limpa”.
- “Isso é bebida que estava dentro do sangue há muito tempo. Nos tempos, eu bebi tantíssimo”.
- “O caminho é que escolhia o homem. Afinal, toda a direcção do embriagado e sempre conveniente”.
- “Afinal, em meio da vida sempre se faz a inexistente conta: temos mais ontens ou mais amanhãs?”
É assim, simples …
terça-feira, 13 de maio de 2008
A Fábrica de Conservas “La Rose”
No próximo sábado, dia 17 de Maio, pelas 16h00, é inaugurado o Museu de Portimão, situado na antiga fábrica de conservas “La Rose”.
O museu pretende em primeiro lugar mostrar o património histórico, etnográfico e industrial da cidade e da região, mas tem espaço e boas condições para muitas outras iniciativas (espaços para exposições diversas, auditório, oficina e laboratório de conservação e restauro, um centro de documentação/arquivo, etc.).
Trata-se de um investimento de quase 10 milhões de euros que vamos poder passar a usufruir.
No dia 17 tem ministro e presidente.
O museu pretende em primeiro lugar mostrar o património histórico, etnográfico e industrial da cidade e da região, mas tem espaço e boas condições para muitas outras iniciativas (espaços para exposições diversas, auditório, oficina e laboratório de conservação e restauro, um centro de documentação/arquivo, etc.).
Trata-se de um investimento de quase 10 milhões de euros que vamos poder passar a usufruir.
No dia 17 tem ministro e presidente.
Depois passa a ter arte, cultura, etnografia e história …
As visitas durante o mês de Maio são gratuitas. Vamos aproveitar!
Entretanto, se quiserem ter uma ideia sobre o que vamos poder encontrar, vejam em MUSEU DE PORTIMÃO
As visitas durante o mês de Maio são gratuitas. Vamos aproveitar!
Entretanto, se quiserem ter uma ideia sobre o que vamos poder encontrar, vejam em MUSEU DE PORTIMÃO
quarta-feira, 7 de maio de 2008
I Ken Lee
Pois é … o inglês é um dos meus calcanhares de Aquiles. 
(E como eu tenho calcanhares com fartura!!!)
Mas enfim, quando eu for grande, vou estudar e ainda hei-de conseguir cantar o “Ken Lee” como esta moça búlgara …
Vejam:
Sem legendas: Ken Lee
Com legendas: Ken Leeeeeeeeeee!!!!!
(E como eu tenho calcanhares com fartura!!!)
Mas enfim, quando eu for grande, vou estudar e ainda hei-de conseguir cantar o “Ken Lee” como esta moça búlgara …
Vejam:
Sem legendas: Ken Lee
Com legendas: Ken Leeeeeeeeeee!!!!!
Confesso que estou a rever isto, e estou a chorar!
GRANDE PISCARRETA !!!
No Youtube estão disponíveis outras versões do Ken Lee pela mesma piscarreta, cada uma melhor que a outra (e até está disponível um vídeo com a reacção da Mariah Carey a esta interpretação do seu “Without You”).
I Ken Lee ih! Ih! Ih! Ih! Ih! Ih! ih!!!!
GRANDE PISCARRETA !!!
No Youtube estão disponíveis outras versões do Ken Lee pela mesma piscarreta, cada uma melhor que a outra (e até está disponível um vídeo com a reacção da Mariah Carey a esta interpretação do seu “Without You”).
I Ken Lee ih! Ih! Ih! Ih! Ih! Ih! ih!!!!
terça-feira, 6 de maio de 2008
Pedro Tochas
Não me recordo de ninguém que me tenha feito rir tanto, como o Pedro Tochas. 
É o maior!
Entre as várias coisas em que este palhaço já se meteu, consta a publicidade à água Frize.
Para recordar, deixo aqui a referência a dois dos muitos vídeos que circulam pela net com experiências de spots publicitários que não chegaram a ser aproveitados.
Se quiserem ver outros vídeos, façam busca no Youtube ...
É o maior!
Entre as várias coisas em que este palhaço já se meteu, consta a publicidade à água Frize.
Para recordar, deixo aqui a referência a dois dos muitos vídeos que circulam pela net com experiências de spots publicitários que não chegaram a ser aproveitados.
Se quiserem ver outros vídeos, façam busca no Youtube ...
... e vão ao site da FRIZE (http://www.frize.pt/). Agora que eles andam com uma nova campanha publicitária (o Ri-te!), a página está melhor que nunca.
Riam-se!
Passem também pela página do Pedro Tochas. Basta clicar AQUI!
... e, já agora, não percam este vídeo do Rui Cordes, que o Pedro Tochas recomenda no seu site.
Passem também pela página do Pedro Tochas. Basta clicar AQUI!
... e, já agora, não percam este vídeo do Rui Cordes, que o Pedro Tochas recomenda no seu site.
Está muito bem catado.
A sério.
Espreitem lá.
Vá lá!
Vá …
sábado, 3 de maio de 2008
Camané
É politicamente correcto gostar de Camané … por isso, o moço tem lugar marcado numa série de discos como colaborador especial (o nosso feet …).Eu também sou muito correcto … e gosto de ouvir Camané, que agora editou um novo CD, o qual chegou de imediato ao nº1 do Top Nacional de Vendas.
Afinal, somos muitos os correctos!!!!
A verdade é que o moço tem uma voz que se distingue.
Estou à espera que um dia destes alguém me ofereça este novo disco ;-) !!!! Até lá, vou ouvindo e vendo o “Sei de um rio” na net … tal como vocês podem ver e ouvir aqui:
Aliás, está também disponível no Youtube a primeira parte do documentário relativo à gravação do “Sempre de Mim”, com o grande Zé Mário Branco ao leme.
Espreitem aqui:
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Desacordo Ortográfico
Uma crónica que costumo gostar de ler no Barlavento tem o curioso nome de “No Condado d’Abranhos” e é da autoria de Afonso Dias, alma que vi a recitar poesia num espectáculo recente («In nomine amoris», concebido e escrito por Zoran Stojanovic) e que tem ar e escrita de pessoa bem humorada.Na crónica publicada na edição de 10 de Abril, para além de abordar outros assuntos menores [Alberto João Jardim, Jaime Gama - “o antigo Bokassa do défice democrático”, Jorge Coelho, Mota-Engil, Fernando Gomes, Galp, Pina Moura, Iberdrola, Armando vara, Millenium, o Iva, a Esmeralda (esta sim mesmo menor)], Afonso Dias escreveu sobre o “acordo ortográfico”.
Entre tanto que já vi escrito e dito sobre este desacordo, gostei do que li “No Condado d’Abranhos” Por isso, peço autorização para aqui o reproduzir.
Estou autorizado?! Obrigado grande Afonso Dias!
Pois cá vai:
«Ah é verdade!... O acordo ortográfico. Serve para quê? Será para aliviar alguma má consciência imperial? Para pôr os timorenses, os goeses ou os macaenses a falar ou a escrever em português, coisa que não acontecerá, de todo, daqui a, no máximo, dez anos? Para diminuir o peso do crioulo no falar e no escrever cabo-verdiano? Para quê? A verdade é que, à parte o Brasil – que ainda não conseguiu impor que lhe escrevam o nome com “s”. Todo o mundo que fala português escreve Brazil – à parte o Brasil, dizia, todos os falantes e escreventes da língua portuguesa fazem-no em português de Portugal. Com as minúcias e particularidades regionais. Com a criatividade que fabrica palavras e entendimentos. Fuck! … (ou será Fuk?)»
************************************************************
************************************************************
Se não gostas do “acordo ortográfico” e queres assinar a petição encabeçada por Vasco Graça Moura contra o dito, vai ao:
MANIFESTO EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA
MANIFESTO EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Halterofilista
Prometi que este “post” ficava só por 24 horas ....
... como já passaram ... limpei ....
... como já passaram ... limpei ....
Era horrível. Ainda bem que não viram ...
Ainda assim, quem tiver muita curiosidade, basta procurar na net, que a coisa anda por aí em muitos sites, tal como muitas outras coisas estranhas, muito estranhas!
(... se procurarem "Halterofilista" no "google" (Imagens), adivinhem o que aparece?!!!)
... e se não tiverem mais nada para fazer, vejam o seguinte site de horrores:
http://www.rotten.com/
Mas depois não se queixem! Eu não mandei! Só sugeri!
http://www.rotten.com/
Mas depois não se queixem! Eu não mandei! Só sugeri!
terça-feira, 29 de abril de 2008
Indeks.pt HomePage
Com a facilidade de “googlar” e conseguir de imediato o endereço de qualquer página que se pretenda, quase que já não é necessário aquele armazém de favoritos que todos preservamos nos nossos computadores (ou on-line, como agora é moda, para os podermos usar em qualquer máquina!).
Ainda assim, às vezes fazem falta. A net fornece várias páginas com listagens de favoritos, uns deles temáticos (p. ex. jornais – conhecem o http://www.indekx.com/ ou o http://www.newseum.org/todaysfrontpages/flash/), outros gerais, como p. ex.:
Ainda assim, às vezes fazem falta. A net fornece várias páginas com listagens de favoritos, uns deles temáticos (p. ex. jornais – conhecem o http://www.indekx.com/ ou o http://www.newseum.org/todaysfrontpages/flash/), outros gerais, como p. ex.:
- http://www.paginainicial.com.pt/
- http://www.linktotal.co.pt/
- http://www.poplink.com.br/indexalt1280.htm
Este post serve para revelar um outro site que me foi anunciado, o qual tem o mesmo objectivo.
Achei útil, bastante abrangente, já utilizei para navegar numa altura em que não sabia por onde ir, e por isso partilho aqui o Indeks.pt HomePage, onde poderão aceder em:
- http://www.indeks.pt/
domingo, 27 de abril de 2008
Conto Rural
Um homem entra em casa com uma ovelha nos braços. A mulher, deitada na cama, está a ler um livro.
Diz o homem:
- Olha amor esta é a vaca a que me atiro quando te dói a cabeça.
Diz a mulher:
- Se não fosses parvo verias que isso é uma ovelha e não uma vaca.
O homem sorri e responde:
- E tu se não fosses tão bruta verias que estou a falar com a ovelha e não contigo!
Diz o homem:
- Olha amor esta é a vaca a que me atiro quando te dói a cabeça.
Diz a mulher:
- Se não fosses parvo verias que isso é uma ovelha e não uma vaca.
O homem sorri e responde:
- E tu se não fosses tão bruta verias que estou a falar com a ovelha e não contigo!
«Biel Ballester Trio»

Recentemente tive o privilégio de ver mais um espectáculo formidável:
- O grupo musical «Biel Ballester Trio».
Trata-se de uma formação musical de Barcelona que segue a tradição do chamado «Jazz Manouche», ou seja, dos ciganos de França e da Europa Central. Este estilo foi celebrizado pelo guitarrista francês Django Reinhardt e começou por ser uma mistura do bal-musette parisiense com as melodias tradicionais ciganas. A improvisação, um dos traços identificativos do jazz, fez o resto.
Mais do que exemplares execuções de temas de Django, os «Biel Ballester Trio» mostraram um repertório original que prendeu e encantou quem os pôde ver e ouvir.
A formação é composta pelos músicos:
- Biel Ballester - guitarra a solo, fabuloso, designadamente a demonstrar as dificuldades que Django Reinhardt teria para tocar a guitarra apenas com dois dedos na mão esquerda, depois do acidente que sofreu, e exemplar na comunicação com o público e com as explicações que foi dando tema a tema;
- Leandro Hipauca - argentino, no contrabaixo (se é que aquele objecto estranho era um contrabaixo!); e
- Graci Pedro - na guitarra rítmica (e muito me admira que quem, como ele, toca "Jazz Manouches", não fique com reumático naquelas mãos, tal o esforço para manter aquele ritmo!)
- O grupo musical «Biel Ballester Trio».
Trata-se de uma formação musical de Barcelona que segue a tradição do chamado «Jazz Manouche», ou seja, dos ciganos de França e da Europa Central. Este estilo foi celebrizado pelo guitarrista francês Django Reinhardt e começou por ser uma mistura do bal-musette parisiense com as melodias tradicionais ciganas. A improvisação, um dos traços identificativos do jazz, fez o resto.
Mais do que exemplares execuções de temas de Django, os «Biel Ballester Trio» mostraram um repertório original que prendeu e encantou quem os pôde ver e ouvir.
A formação é composta pelos músicos:
- Biel Ballester - guitarra a solo, fabuloso, designadamente a demonstrar as dificuldades que Django Reinhardt teria para tocar a guitarra apenas com dois dedos na mão esquerda, depois do acidente que sofreu, e exemplar na comunicação com o público e com as explicações que foi dando tema a tema;
- Leandro Hipauca - argentino, no contrabaixo (se é que aquele objecto estranho era um contrabaixo!); e
- Graci Pedro - na guitarra rítmica (e muito me admira que quem, como ele, toca "Jazz Manouches", não fique com reumático naquelas mãos, tal o esforço para manter aquele ritmo!)
Quem quiser saber mais basta ir a:
http://www.bielballestertrio.com/.
Tanto quanto sei, os «Biel Ballester Trio» ainda só editaram um disco, que foi gravado ao vivo num programa de rádio da estação radiofónica inglesa BBC, numa oportunidade que surgiu no seguimento de diversos concertos que os «Biel Ballester Trio» deram em Londres.
Tanto quanto sei, os «Biel Ballester Trio» ainda só editaram um disco, que foi gravado ao vivo num programa de rádio da estação radiofónica inglesa BBC, numa oportunidade que surgiu no seguimento de diversos concertos que os «Biel Ballester Trio» deram em Londres.
Mas existem temas da banda em várias colectâneas. Vejam por exemplo aqui.
A fama do trio já chegou aos EUA, tendo o grupo sido contactado pelo produtor do mais recente filme do realizador Woody Allen, que se mostrou interessado em incluir dois temas da banda naquela obra cinematográfica.
Quem os viu e ouviu, compreende facilmente a opção de Woody Allen, conhecido por ser um apreciador e intérprete de bom jazz …
… que venha o filme!
A fama do trio já chegou aos EUA, tendo o grupo sido contactado pelo produtor do mais recente filme do realizador Woody Allen, que se mostrou interessado em incluir dois temas da banda naquela obra cinematográfica.
Quem os viu e ouviu, compreende facilmente a opção de Woody Allen, conhecido por ser um apreciador e intérprete de bom jazz …
… que venha o filme!
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Grândola, Vila Morena!

Experimentem perder (quero dizer: GANHAR!) um pouco do vosso tempo escutando umas músicas do Zeca Afonso e vejam como faziam sentido e de alguma forma se mantêm actuais.
Podem escutar aqui: GRANDE ZECA
Para ouvir as canções, seleccionem em «Discografia» (coluna do meio) o que pretendem, e na coluna da direita, abaixo da capa do álbum, vão aparecendo as canções. Ouve-se a que se quiser, através do «dispositivo de som» (seta de «play», setas de selecção para trás e para a frente).
Podem escutar aqui: GRANDE ZECA
Para ouvir as canções, seleccionem em «Discografia» (coluna do meio) o que pretendem, e na coluna da direita, abaixo da capa do álbum, vão aparecendo as canções. Ouve-se a que se quiser, através do «dispositivo de som» (seta de «play», setas de selecção para trás e para a frente).
Oiçam, que ainda não voltou a ser proibido!
"25 de Abril"
Sabe bem ouvir as palavras "Democracia" e "Liberdade".
O primeiro-ministro disse hoje que “a Democracia está sólida e muito responsável”.
Mas os tempos justificam a festa … e a memória sobre o que foi a "Revolução".
Recordemos, pois, aqueles que tiveram a coragem de lutar contra o regime instalado.
Aqui fica a minha singela homenagem a um deles!
O primeiro-ministro disse hoje que “a Democracia está sólida e muito responsável”.
Mas os tempos justificam a festa … e a memória sobre o que foi a "Revolução".
Recordemos, pois, aqueles que tiveram a coragem de lutar contra o regime instalado.
Aqui fica a minha singela homenagem a um deles!
Combóios II
Por falar em comboios, dêem lá uma voltinha no
TGV Madrid / Barcelona
Aqui : RENFE
E vejam as diferenças com a fantástica "Linha do Tua", que os teimosos insistem em querer acabar.
Aqui : RENFE
E vejam as diferenças com a fantástica "Linha do Tua", que os teimosos insistem em querer acabar.
Por exemplo, no seguinte vídeo caseiro:
BOAS VIAGENS!
Combóios
Gosto de comboios. Pode parecer um lugar comum porque todos gostamos de comboios pois a figura faz parte do imaginário de muitos. Todos detestamos a CP, por causa dos teimosos atrasos, todos apreciamos um comboio antigo, todos gostamos de um passeio de comboio e todos ficamos meses, anos sem andar de comboio. O que esperamos?
Para além de gostar de comboios, gosto de estações de comboios. Hoje já não têm aquele aroma a carvão mas continua no ar o cheiro ao alcatrão que protege as solipas. Mas a atmosfera que envolve uma estação de comboios não se descreve. As pequenas (que não sejam simples apeadeiros) costumavam ser espartanas, mas muitas delas mantinham admiráveis painéis de azulejos com motivos locais, ou com a indicação do nome da estação. O tempo e a falta de cuidado levaram à destruição e à substituição de muitas dessa estações. Uma pena.
Quanto às grandes estações, foram-se adaptando aos tempos, mas continuam com aquela atmosfera típica que as distingue de quaisquer outros lugares. Não me refiro às enormes estações mundiais que nunca tive o prazer de visitar (sou moço que não tive oportunidade de experimentar essa coisa fantástica do inter-rail…), mas cujo ambiente nos é familiar por serem tema de filmes e livros que nos ficam na memória. Estações que vivem dia e noite, grandes, enormes, febris. Gare du Nord, Austerlitz, Termini, Atocha e tantas outras estações centrais como a nossa Santa Apolónia, também ela com uma vida digna de um qualquer romance.
Eu ainda sou do tempo do comboio a vapor, das locomotivas a carvão, da sua substituição por locomotoras dependentes do petróleo, e da sua evolução para a electrificação. Os comboios (qualquer dia ainda mais esquecidos com essa coisa dos TGVs) evoluíram, mas aquele cheiro mineral das estações permanece lá, como se por ali continuasse a passar o antigo comboio a vapor.
Tudo isto porque me recordei do velho comboio que nos meus tempos de liceu me levava à escola na velha Linha do Vale do Vouga. A minha infância não dava um romance, mas aquela linha, os comboios, o passe e a falta dele, o “pica-bilhetes” e o seu alicate que tantas vezes me martelou a cabeça, o relógio da estação, os maquinistas, os agulheiros, o chefe da estação, aquele apito e o pouca-terra, pouca-terra, pouca-terra arrastado, merecem que os recorde. Na falta de outro local, lembro-os aqui.
Há uns tempos voltei àquele local distante e lá fui visitar a estação ferroviária que durante dois anos me acolheu. Foi um recuar no tempo que me trouxe aquela melancolia típica dos idosos(!), difícil, muito difícil de descrever. Os carris, ainda brilhantes, continuam lá, o resto, dá pena. Eu estou velho, mas as estações dos nossos comboios ainda estão mais. E se não é possível restaurar o corpo humano, não há razão válida para não recuperar o património das nossas estações de comboios, mesmo as pequenas, como aquela que me acolheu e que ali está em perfeita decadência. Porquê?
Para além de gostar de comboios, gosto de estações de comboios. Hoje já não têm aquele aroma a carvão mas continua no ar o cheiro ao alcatrão que protege as solipas. Mas a atmosfera que envolve uma estação de comboios não se descreve. As pequenas (que não sejam simples apeadeiros) costumavam ser espartanas, mas muitas delas mantinham admiráveis painéis de azulejos com motivos locais, ou com a indicação do nome da estação. O tempo e a falta de cuidado levaram à destruição e à substituição de muitas dessa estações. Uma pena.
Quanto às grandes estações, foram-se adaptando aos tempos, mas continuam com aquela atmosfera típica que as distingue de quaisquer outros lugares. Não me refiro às enormes estações mundiais que nunca tive o prazer de visitar (sou moço que não tive oportunidade de experimentar essa coisa fantástica do inter-rail…), mas cujo ambiente nos é familiar por serem tema de filmes e livros que nos ficam na memória. Estações que vivem dia e noite, grandes, enormes, febris. Gare du Nord, Austerlitz, Termini, Atocha e tantas outras estações centrais como a nossa Santa Apolónia, também ela com uma vida digna de um qualquer romance.
Eu ainda sou do tempo do comboio a vapor, das locomotivas a carvão, da sua substituição por locomotoras dependentes do petróleo, e da sua evolução para a electrificação. Os comboios (qualquer dia ainda mais esquecidos com essa coisa dos TGVs) evoluíram, mas aquele cheiro mineral das estações permanece lá, como se por ali continuasse a passar o antigo comboio a vapor.
Tudo isto porque me recordei do velho comboio que nos meus tempos de liceu me levava à escola na velha Linha do Vale do Vouga. A minha infância não dava um romance, mas aquela linha, os comboios, o passe e a falta dele, o “pica-bilhetes” e o seu alicate que tantas vezes me martelou a cabeça, o relógio da estação, os maquinistas, os agulheiros, o chefe da estação, aquele apito e o pouca-terra, pouca-terra, pouca-terra arrastado, merecem que os recorde. Na falta de outro local, lembro-os aqui.
Há uns tempos voltei àquele local distante e lá fui visitar a estação ferroviária que durante dois anos me acolheu. Foi um recuar no tempo que me trouxe aquela melancolia típica dos idosos(!), difícil, muito difícil de descrever. Os carris, ainda brilhantes, continuam lá, o resto, dá pena. Eu estou velho, mas as estações dos nossos comboios ainda estão mais. E se não é possível restaurar o corpo humano, não há razão válida para não recuperar o património das nossas estações de comboios, mesmo as pequenas, como aquela que me acolheu e que ali está em perfeita decadência. Porquê?
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Alberto João Jardim III
Mas o homem não arrasa só as instituições. Para acabar este apanhado de frases célebres de AJJ, deixo aqui uma recolha do jornal “Sexta” (ed. de 14.03.2008) com uma lista de pérolas que vimos e ouvimos AJJ dizer e (ou) escrever sobre diversas figuras públicas:
- “O Dr. Almeida Santos ou bebeu ou está a ficar senil.”
- Referindo-se a António Campos: “O senhor Campos, dito vaca louca (…) é quanto à Madeira que a loucura bovina do dito mais se inflaciona.”
- António Guterres “mafioso”, “aldrabão”, “fariseu e caloteiro”, “está tonto e em termos políticos na Idade Média.”
- Arons de Carvalho “fauno da esquerda cabotina.”
- Sobre Cavaco Silva: “O comportamento do sr. Silva é causa de expulsão do partido.”
- “A delinquente socialista Edite Estrela fez mais uma das sua peixeiradas.”
- Jaime “Gama é um Mussolini”. “Afinal não há só um tonto no PS, mas vários.”
- José Sócrates “tem obsessões com a Madeira que indiciam já um aspecto doentio. Quem está doente, trata-se.”
- Paulo Portas é “injusto, hipócrita e desleal.”
- Rui Machete “fundamentalista e reaccionário.”
- Vicente Jorge Silva “traidor à Madeira”, “um pobre de espírito”.
- “Provocações arruaceiras do comunista Vital Moreira, hoje refugiado do PS, em acasalamento vergonhoso de oportunismo.”
- “Não leio essas merdas” de José Saramago.
- “O inefável Mário Soares é choné”. “Dada a provecta idade do cavalheiro, resta denominá-lo de aldrabão reincidente e desprezá-lo.”
- Miguel Sousa Tavares “defeca baba e ranho no socialista PÚBLICO.”
- “O Dr. Almeida Santos ou bebeu ou está a ficar senil.”
- Referindo-se a António Campos: “O senhor Campos, dito vaca louca (…) é quanto à Madeira que a loucura bovina do dito mais se inflaciona.”
- António Guterres “mafioso”, “aldrabão”, “fariseu e caloteiro”, “está tonto e em termos políticos na Idade Média.”
- Arons de Carvalho “fauno da esquerda cabotina.”
- Sobre Cavaco Silva: “O comportamento do sr. Silva é causa de expulsão do partido.”
- “A delinquente socialista Edite Estrela fez mais uma das sua peixeiradas.”
- Jaime “Gama é um Mussolini”. “Afinal não há só um tonto no PS, mas vários.”
- José Sócrates “tem obsessões com a Madeira que indiciam já um aspecto doentio. Quem está doente, trata-se.”
- Paulo Portas é “injusto, hipócrita e desleal.”
- Rui Machete “fundamentalista e reaccionário.”
- Vicente Jorge Silva “traidor à Madeira”, “um pobre de espírito”.
- “Provocações arruaceiras do comunista Vital Moreira, hoje refugiado do PS, em acasalamento vergonhoso de oportunismo.”
- “Não leio essas merdas” de José Saramago.
- “O inefável Mário Soares é choné”. “Dada a provecta idade do cavalheiro, resta denominá-lo de aldrabão reincidente e desprezá-lo.”
- Miguel Sousa Tavares “defeca baba e ranho no socialista PÚBLICO.”
Enfim, verdadeiro material de antologia!!!!
... e já chega de AJJ …
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Alberto João Jardim II
“Bodega da Constituição”, “manta incoerente, destrambelhada de regulamentos para tudo”.
O Tribunal Constitucional é “a bizantinice do nosso sistema constitucional”.
“A Justiça em Portugal é uma autêntica bandalheira”.
A Comissão Nacional de Eleições é “a bufaria, a nova PIDE”.
O Ministro da República é “o cinto de castidade da autonomia”.
E no uso da sua melhor linguagem e com pleno respeito pelas pessoas e instituições, AJJ referiu um dia:
“Estou-me a cagar para Lisboa. Quero que a Assembleia da República se foda”.
_________________________________
Logo que possível, seguem-se mais umas frases célebres (e boas!!!!!) de AJJ …
O Tribunal Constitucional é “a bizantinice do nosso sistema constitucional”.
“A Justiça em Portugal é uma autêntica bandalheira”.
A Comissão Nacional de Eleições é “a bufaria, a nova PIDE”.
O Ministro da República é “o cinto de castidade da autonomia”.
E no uso da sua melhor linguagem e com pleno respeito pelas pessoas e instituições, AJJ referiu um dia:
“Estou-me a cagar para Lisboa. Quero que a Assembleia da República se foda”.
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Logo que possível, seguem-se mais umas frases célebres (e boas!!!!!) de AJJ …
terça-feira, 15 de abril de 2008
Alberto João no seu Jardim
O presidente do governo regional da Madeira, Alberto João Jardim, defendeu este mês (Abril de 2008) a decisão de não realizar uma sessão solene na Assembleia Legislativa durante a visita do Presidente da República à ilha da Madeira.
"Eu acho bem não haver uma sessão solene, acho que era dar uma péssima imagem da Madeira mostrar o bando de loucos que está dentro da Assembleia Legislativa", disse, referindo-se a deputados da Oposição, como "o fascista do PND, o padre Egdar (PCP)" e "aqueles tipos do PS".
"Acho que isso era dar uma imagem péssima da Madeira e ia ter repercussões negativas no turismo e na própria qualidade do ambiente", acrescentou à chegada à Região de Palma de Maiorca onde participou em reuniões. "Eu cá não apresento aquela gente a ninguém", reforçou.
Ora, cá temos mais uma frase para o álbum de Alberto João Jardim.
Para divertir (convenhamos que o homem é cómico!) vamos recordar algumas das pérolas que Alberto João Jardim disse em alturas anteriores:
Por exemplo, já o vimos brindar a oposição regional de “eleitorado do cachorro”, "abutres”, "bando de canalhas” e “energúmenos”
Referindo-se aos jornalistas do continente, disse um dia: “bastardos, para não lhes chamar filhos da puta”.
Referindo-se à TVI: “Para mim é papel higiénico”.
O falecido “INDEPENDENTE” era apodado de “jornalismo energúmeno”, a “folheca” EXPRESSO de “pasquim do Balsemão” e o DIÁRIO DE NOTÍCIAS de “panfleto político diário”.
Em breve seguem-se novas recolhas …
"Eu acho bem não haver uma sessão solene, acho que era dar uma péssima imagem da Madeira mostrar o bando de loucos que está dentro da Assembleia Legislativa", disse, referindo-se a deputados da Oposição, como "o fascista do PND, o padre Egdar (PCP)" e "aqueles tipos do PS".
"Acho que isso era dar uma imagem péssima da Madeira e ia ter repercussões negativas no turismo e na própria qualidade do ambiente", acrescentou à chegada à Região de Palma de Maiorca onde participou em reuniões. "Eu cá não apresento aquela gente a ninguém", reforçou.
Ora, cá temos mais uma frase para o álbum de Alberto João Jardim.
Para divertir (convenhamos que o homem é cómico!) vamos recordar algumas das pérolas que Alberto João Jardim disse em alturas anteriores:
Por exemplo, já o vimos brindar a oposição regional de “eleitorado do cachorro”, "abutres”, "bando de canalhas” e “energúmenos”
Referindo-se aos jornalistas do continente, disse um dia: “bastardos, para não lhes chamar filhos da puta”.
Referindo-se à TVI: “Para mim é papel higiénico”.
O falecido “INDEPENDENTE” era apodado de “jornalismo energúmeno”, a “folheca” EXPRESSO de “pasquim do Balsemão” e o DIÁRIO DE NOTÍCIAS de “panfleto político diário”.
Em breve seguem-se novas recolhas …
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